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	<title>Agência USP de Notícias&#187; Agência USP de Notícias</title>
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	<description>Divulgação aos meios de comunicação a produção científica e atividades como cursos e palestras, exposições e publicações.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Jun 2013 21:53:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Jornal da USP publica sua milésima edição</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 23:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valéria Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[edição mil]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da USP]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[SCS]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira edição foi lançada em 1985. No dia 3 de junho aconteceu o lançamento da edição especial número mil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img alignleft size-full wp-image-140797" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/agen20130529_1000.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/agen20130529_1000.jpg" alt="" width="230" height="130" title="Jornal coloca os intelectuais da USP para discutir temas relevantes para a sociedade"/></a>
	<div>Jornal coloca os intelectuais da USP para discutir temas relevantes para a sociedade</div>
</div><p>A Universidade de São Paulo não tem mil anos de existência, mas o jornal produzido por ela está prestes a completar mil edições. Neste dia 3 de junho, segunda-feira, o <em>Jornal da USP</em>, o maior jornal produzido por uma universidade brasileira, lançou sua milésima edição, comemorando 28 anos de existência.</p>
<p>Nas últimas semanas, a equipe atual, formada por 18 integrantes (entre repórteres, editores, fotógrafos e revisores) preparou a edição comemorativa. Foram entrevistados ex-diretores e editores, além de outros profissionais que passaram pela redação ou que contribuíram direta ou indiretamente para que o periódico chegasse ao número mil, entre outras coisas. Além da edição especial, está prevista também uma mesa-redonda, ainda sem data e local definidos, para debater o jornalismo universitário e científico.</p>
<p>Na primeira edição, o então reitor Antonio Helio Guerra Vieira (18/01/1982 a 17/01/1986) ressaltou o papel que o <em>Jornal da USP</em> deveria desempenhar como um veículo difusor das idéias e do saber produzidos na Universidade e que apesar de o público alvo ser o corpo docente, a publicação deveria trazer ao debate temas de interesse de toda a sociedade.</p>
<p>Passados 28 anos, essa mesma linha editorial ainda pode ser observada. “A USP é a melhor universidade pública da América Latina e temos aqui os intelectuais mais importantes do País”, destaca Marcello Chami Rollemberg, diretor de redação, ao comentar a tendência de o<em> Jornal da USP</em> publicar reportagens que abordam os grandes temas nacionais e internacionais tendo como fonte os especialistas da Universidade. Por isso, destaca Rollemberg, a publicação tem cara de revista semanal, com textos mais extensos e elaborados e que abordam o aspecto interpretativo desses grandes temas.</p>
<p>Um exemplo disso é a edição de número 999. A reportagem principal, a da capa, aborda os desafios que o novo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo, irá enfrentar. Para comentar o tema, foram ouvidos o ex-reitor da USP, o professor Jacques Markovitch, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) além dos docentes Umberto Celli, da Faculdade de Direito (FD), e João Paulo Cândia Veiga, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH).</p>
<p>Quando ocorreram os atentados terroristas nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, o <em>Jornal da USP</em> também foi ouvir os especialistas da Universidade para repercutirem o caso. “Nós saímos do factual e produzimos uma série especial a partir de textos interpretativos sobre o atentado”, conta o diretor de redação.</p>
<p><strong>Prêmios</strong><br />
Rollemberg destaca o fato de, ao longo desses 28 anos, o <em>Jornal da USP</em> ter recebido dois prêmios sendo que ambos não estão ligados nem à divulgação científica nem ao meio acadêmico. O primeiro foi em 2001, concedido pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP) pela melhor cobertura das comemorações dos 500 anos de descoberta do Brasil (edição especial <em>Brasil 500 anos</em>). O outro foi o Prêmio Antonio Bento, concedido em 2008 pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como o melhor divulgador de cultura na mídia em 2008.</p>
<p>O Jornal tem uma circulação de 20 mil exemplares, distribuídos em todos os campi da Universidade e também em órgãos ligados aos governos estadual e federal. Para o diretor de redação, a grande desvantagem do <em>Jornal da USP</em> em relação aos outros veículos de comunicação externos à Universidade é em relação ao tempo. “A visão de tempo, em um órgão público, é diferente daquele encontrado nas redações de outros jornais. Mas a grande vantagem é que não precisamos nos preocupar com anúncios, por exemplo”, aponta.</p>
<p><strong>Entre intelectuais e a política</strong><br />
Roberto Castro entrou no <em>Jornal da USP</em> como freelance em 1995. Posteriormente, tornou-se repórter e depois editor. “Como repórter é fascinante a experiência de ter acesso às pesquisas desenvolvidas na USP muito antes de elas chegarem à sociedade e aos livros didáticos. Além das inúmeras entrevistas que pude realizar com renomados professores da USP, como José Goldemberg, Miguel Reali e Paulo Nogueira Neto”, diz. Como editor, o maior desafio, segundo ele, é traduzir, numa linguagem acessível para o público leigo, as principais descobertas envolvendo áreas tão complexas como genética, física e química.</p>
<p>“Também precisamos perceber quais as necessidades da sociedade e atendê-las por meio de reportagens no Jornal. Em cada área do conhecimento, encontramos aqui na USP grandes especialistas. Então podemos aproveitar essa experiência para levar informações úteis para a ajudar a sociedade resolver seus problemas”, afirma o editor. E finaliza citando o intelectual alemão Max Weber: “Para Weber, o papel do intelectual é propor ideias. Aos políticos, cabe executá-las. A função do jornalista é atuar como uma ponte entre eles”.</p>
<p style="text-align: center;"><div class="img size-medium wp-image-140800 aligncenter" style="width:203px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Capa-01-Edicao-001-Primeira-capa-Antonio-Helio-Guerra-Vieira.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Capa-01-Edicao-001-Primeira-capa-Antonio-Helio-Guerra-Vieira-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" title="Capa da edição 001: texto do então reitor Antonio Helio Guerra Vieira"/></a>
	<div>Capa da edição 001: texto do então reitor Antonio Helio Guerra Vieira</div>
</div><p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Capa-01-Edicao-001-Primeira-capa-Antonio-Helio-Guerra-Vieira.jpg"></a><strong>Mil edições</strong><br />
A Agência USP preparou um especial sobre a milésima edição do Jornal da USP. A reportagem foi publicada pelo <em>USP Online</em> e está disponível <a href="http://www5.usp.br/?p=27375" target="_blank">neste link</a>. No especial, o leitor poderá conhece um pouco mais da história do jornal, relembrar algumas capas publicadas ao longo de 28 anos, como uma de abril de 1991, em alusão ao Dia da Mentira, que noticiava a inacreditável descoberta do “hiperempacotamento de água” por um cientista da USP.</p>
<p>Também poderá conhecer quem é quem na equipe de 18 profissionais, entre repórteres, editores, fotógrafos e revisores que atuam no Jornal e conhecer algumas histórias vivenciadas por eles ao longo das mil edições.</p>
<p><em>Imagem da edição mil: Moisés Dorado</em></p>
<p><em>Imagem da edição 001: arquivo do setor de Relacionamento Online </em></p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: email <a href="javascript:DeCryptX('nspmmfncfshAipunbjm/dpn')">m&#114;oll&#101;&#109;&#98;&#101;r&#103;&#64;&#104;&#111;&#116;&#109;ai&#108;&#46;&#99;o&#109;</a>, com Marcello Rollemberg</strong></p></blockquote>
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</ul>
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		<title>USP recebe prêmio internacional por projeto em TI</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 21:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Citrix]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem USP]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nuvem USP” vence prêmio “Citrix Innovation”, que reconhece melhores soluções para mobilidade no trabalho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img alignleft size-full wp-image-139871" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_3466B.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_3466B.jpg" alt="" width="230" height="130" title="Projeto Nuvem USP possibilitou premiação nos EUA"/></a>
	<div>Projeto Nuvem USP possibilitou premiação nos EUA</div>
</div><p>A USP foi a vencedora do prêmio internacional <em>Citrix Innovation Award 2013</em>, por conta do projeto <em>Nuvem USP</em>, idealizado pela pela Superintendência de Tecnologia da Informação da Universidade e que criou um dos maiores ambientes em nuvens na América Latina. A cerimônia de premiação aconteceu nesta quarta-feira (22), no <em>Anaheim Convention Center</em>, localizado na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.</p>
<p>Única representante latino-americana no prêmio, que teve como finalistas o Hospital Infantil de Miami, nos EUA, e a multinacional Essar Group, de Mumbai, na Índia, a USP foi reconhecida como fornecedora de “uma experiência educacional de excelência mundial para uma nova geração de estudantes” pela Citrix, uma das maiores empresas de serviços em Tecnologia da Informação no mundo.</p>
<p>O representante da Universidade no evento foi o professor Luiz Natal, diretor de informática da Vice-Reitoria Executiva de Administração (VREA) da Universidade. Em seu site oficial, a Citrix aponta a USP como uma das maiores e mais prestigiadas universidades em sua região, e reconhece a excelência de seu projeto, que criou “um dos maiores maiores ambientes em nuvem  da América Latina.”</p>
<p><strong>Nuvem USP</strong><br />
Projeto que começou a ser desenvolvido pela Superintendência de Tecnologia de Informação (STI) da USP no ano de 2010, o <em>Nuvem USP</em> teve por objetivo criar servidores virtuais que ajudassem na gestão da Tecnologia da Informação (TI) na Universidade. O sistema facilita o monitoramento e o gerenciamento dos servidores, o controle dos backups e o dimensionamento da real necessidade de processamento e armazenamento de cada Unidade, eliminando gastos com equipamentos ociosos.</p>
<p>A<em> Nuvem USP</em> agiliza e potencializa a eficiência de gestão em TI pois reduz a necessidade de realização de licitações para compra de novos equipamentos. Uma vez que gestores de cada uma das unidades da Universidade sintam a necessidade de expansão da capacidade de seus servidores virtuais, eles mesmos podem ampliá-las, sem requisição prévia aos órgãos centrais.</p>
<p>“Nesta gestão, é decisão estratégica envidar investimentos nas mais variadas áreas da Universidade. No que se refere à computação, a implantação do projeto <em>Nuvem USP</em> tem como objetivo igualar nossa Instituição às grandes universidades do mundo”, aponta o reitor da USP, João Grandino Rodas.</p>
<p>O projeto custou cerca de R$200 milhões de reais, oriundos do orçamento da própria Universidade. No entanto, pode representar uma grande economia a longo prazo, pois reduz a necessidade de gastos com compra de equipamentos, manutenção, consumo de energia elétrica e de água, além de investimentos em segurança patrimonial, espaço física e recursos humanos.</p>
<p><strong>Citrix</strong><br />
A Citrix é uma empresa de computação que fornece soluções para o setor de TI e prestadores de serviço a criar nuvens, aproveitando tecnologias de virtualização e rede para desenvolver servidores virtuais econômicos, com alto desempenho e flexibilidade. É uma das líderes do mercado e já tem seus produtos usados por mais de 260.000 organizações e conta com mais de 100 milhões de usários por todo o mundo.</p>
<p>A empresa foi a fornecedora da tecnologia necessária para o desenvolvimento do projeto<em> Nuvem USP</em>. Com uma solução chamada CloudPlatform, a Citrix deu o suporte necessário para a criação de uma nuvem para a Universidade de arquitetura flexível, capaz de adequar e aumentar suas capacidades para atender a crescente demanda da Instituição.</p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: (11) 3091-3220</strong></p></blockquote>
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</ul>
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		<title>Disciplina do IFSC estimula empreendedorismo de alunos</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 16:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Agência USP de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina Inovação e Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[IFSC]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[José Antonio Lerosa de Siqueira]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo é mostrar aos alunos de graduação que existe uma vocação a mais que eles podem seguir]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Larissa Teixeira, do USP Online</em></p>
<p>Com o intuito de formar jovens empreendedores nas áreas científica e tecnológica, o Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, em parceria com a Agência USP de Inovação, ofereceu no segundo semestre de 2012 a disciplina <em>Inovação e Empreendedorismo (Sigla 7600001)</em>, ministrada online e na Cidade Universitária, em São Paulo. Segundo um dos professores do curso, Jose Antonio Lerosa de Siqueira, “o objetivo é mostrar aos alunos de graduação que existe uma vocação a mais que eles podem seguir, que é a de pesquisador empreendedor”.</p>
<div class="img size-full wp-image-124425 alignleft" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/empreendedorismo.jpeg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/empreendedorismo.jpeg" alt="" width="230" height="130" title="Empreendedorismo é algo que você só pode aprender fazendo, é execução, iniciativa"/></a>
	<div>Empreendedorismo é algo que você só pode aprender fazendo, é execução, iniciativa</div>
</div><p>A disciplina foi encomendada pelo pró-reitor de pesquisa da USP, Marco Antonio Zago, e elaborada por uma equipe de profissionais especialistas na área, como o professor Siqueira e o professor Vanderlei Salvador Bagnato. O curso é subdividido em cinco partes, sendo que em cada parte, um aspecto do processo empreendedor é apresentado, discutido e executado.</p>
<p><strong>Experiência prática</strong><br />
As aulas são oferecidas por meio de vídeo na internet, e uma vez por mês acontece a aula presencial na Cidade Universitária, aos sábados. Nas aulas online, são discutidos conceitos relacionados com a atividade e o ambiente de empreendedorismo e inovação e as aplicações práticas desses conceitos. Nas aulas presenciais, os alunos recebem palestrantes, discutem casos, participam de dinâmicas integradoras, entrevistam empreendedores e desenvolvem o espírito de equipe.</p>
<p>“Empreendedorismo é algo que você só pode aprender fazendo, é execução, iniciativa. Nos projetos que fazemos, procuramos fazer com que os alunos coloquem em prática esses conceitos, e no momento em que eles realizarem algo com visibilidade, se tornarão realmente uma equipe”, explica o professor Siqueira.</p>
<p>O resultado esperado é capacitar os alunos a desenvolver um projeto que beneficie de alguma forma a Cidade Universitária e seus frequentadores. Ao final da disciplina, 19 equipes apresentaram seus projetos, explicados em vídeos de três minutos.</p>
<p><strong>Projetos inovadores</strong><br />
Entre os trabalhos finais desenvolvidos para a disciplina, está o <em>projeto que propõe transformar os restos de comidas dos restaurantes universitários em fertilizantes como húmus de minhoca e biofertilizante líquido</em>. Segundo Daniel Santos Ricci, um dos alunos idealizadores do projeto, a ideia surgiu da constatação de que os resíduos orgânicos oriundos dos restaurantes universitários são incorretamente destinados aos aterros, o que implica em custos de gestão e transporte desnecessários.</p>
<p>“Parte dessa produção será destinada para a USP e suas áreas verdes, enquanto a outra parte será comercializada a preço baixo para agricultura familiar urbana orgânica e agricultores de baixa renda, ultrapassando os muros da universidade e promovendo a integração universidade-sociedade”, conta.</p>
<p>Outra iniciativa interessante é a de <em>Divulgação de Projetos de Iniciação Científica</em>. A ideia consiste em criar um banco de dados que permita que professores possam registrar seus projetos de IC e os estudantes interessados possam colocar seus perfis, facilitando o contato entre docentes e discentes. &#8220;Aqui temos muitas cabeças e projetos bons mas que acabam não funcionando porque os alunos não ficam sabendo. É um projeto que agrega muito à universidade, porque a quantidade e a qualidade da pesquisa melhoram”, explica Tobias Lehmann, aluno da Escola Politécnica (Poli) da USP.</p>
<p>Ainda, há o projeto <em>Caronas USP</em>, que prevê que os alunos da USP possam oferecer e pedir carona entre si, facilitando a mobilidade e o conforto. O projeto acrescentou unidades da USP no site <a href="http://www.unicaronas.com.br/" target="_blank">Unicaronas</a>, já bastante conhecido na Unicamp. “Com as caronas, o trânsito na cidade universitária seira reduzido, seria mais sustentável porque iria poluir menos, e, além disso, os alunos iriam conhecer pessoas de outras faculdades, promovendo uma integração dentro da universidade”, afirma Leandro Silveira, aluno da medicina.</p>
<p>Para o professor Siqueira, a disciplina desenvolveu o espírito universitário e colocou em contato pessoas com diferentes formações, o que irá influenciar muito na formação dos alunos. “O estudante percebeu que ele é quem faz o plano de sua vida, e que é preciso cometer erros e saber aprender com eles”, diz.</p>
<p>Além disso, ele aponta que o curso também foi uma contribuição positiva para a USP, que se beneficiou de diversos projetos inovadores e, principalmente, empreendedores. O programa completo da disciplina pode ser visto no <a href="https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/obterDisciplina?sgldis=7600001&amp;nomdis=" target="_blank">sistema Júpiter Web</a>.</p>
<p>Imagem: Marcos Santos / <a href="http://www.imagens.usp.br" target="_blank">USP Imagens</a></p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: email <a href="javascript:DeCryptX('kbmtAvtq/cs')">&#106;als&#64;us&#112;&#46;&#98;r</a>, com o professor José Antonio Lerosa de Siqueira, ou site <a href="http://www.inovacao.usp.br" target="_blank">http://www.inovacao.usp.br</a></strong></p></blockquote>
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		<title>Impasses nos grandes regimes internacionais</title>
		<link>http://www.usp.br/agen/?p=123605</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 22:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências USP]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[FEA]]></category>
		<category><![CDATA[relações internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Conferências USP traz docentes de Oxford e Cambridge para debate sobre tendências nas relações internacionais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiza Caires e Gabriela Malta Felix, do USP Online</em></p>
<div class="img alignleft size-full wp-image-123617" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_3363_A.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_3363_A.jpg" alt="" width="230" height="130" title="Conferências USP: debates sobre relações internacionais e lançamento de livro"/></a>
	<div>Conferências USP: debates sobre relações internacionais e lançamento de livro</div>
</div><p>No último mês de novembro, aconteceu na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP a Conferência <em>Impasses nos Grandes Regimes Internacionais</em>, com a participação de Andrew Hurrell, professor de Relações Internacionais da Oxford University e Charles Jones, diretor do Centro de América Latina da Cambridge University.</p>
<p>A discussão integra o programa <em>Conferências USP</em>, que vem sendo realizado desde 2011 e seguirá até 2013. As Conferências surgiram a partir da necessidade de reforçar o debate sobre o conhecimento na Universidade, segundo o professor Marco Antônio Zago, pró-reitor de Pesquisa, na abertura da conferência do dia 22 de novembro. Os eventos são agrupados em 10 temas gerais, distribuídos em todas as áreas de conhecimento, que não se limitam pelas fronteiras das disciplinas.</p>
<p>Além da exposição dos professores, durante o evento foi lançado o livro<em> Conferências USP 2011 – Assimetrias da Sociedade Internacional</em>, que reúne artigos de Adam Przeworski, Celso Lafer, Jacques Marcovitch e Otaviano Canuto, participantes do programa no ano passado.</p>
<p><strong>Brasil: o país de qual futuro?</strong><br />
O primeiro professor a falar foi Charles Jones. Para ele, há características comuns nos países do ocidente que persistem a despeito da globalização. O título dado a sua conferência consistia justamente na pergunta:</p>
<p>“A visão simbólica das Américas com um refúgio do velho mundo e um lugar para recomeço não desapareceu inteiramente. E não considero tão óbvia a ideia de Índia e China como poderes emergentes. São países que ‘já estavam lá’. O Brasil, sim, pode ser considerado como um poder emergente”, opina.</p>
<p>O professor contestou também as categorias regionais que surgiram após a Guerra Fria. Para ele, nem a noção de “Ocidente” englobando América do Norte e Europa Ocidental, nem a de “América Latina”, separada da América do Norte, parecem mais ‘naturais’ do que a de uma civilização americana incluindo todo o hemisfério ocidental. Além disso, a grande exceção na transição de colônias europeias para estados independentes foi a América Espanhola, onde houve uma grande fragmentação, ao contrário das outras regiões, com maior integração política em grandes federações.</p>
<p>Duas décadas atrás, segundo o professor, ele foi um dos poucos que se opôs à tese do teórico Samuel Huntigton de que, no mundo contemporâneo, os conflitos ideológicos da Guerra Fria dariam lugar a uma nova era de choques, mas entre as civilizações, sendo eminentemente culturais e religiosos.</p>
<p>Não seria esta a realidade, para Jones, primeiramente pela falta de estados hegemônicos, como era o caso na Guerra Fria, para agregar e liderar os demais em uma ‘civilização’. Apesar de, na nova ordem mundial, a liderança de Estados Unidos e parte da Europa ter permanecido incontestável no chamado mundo ocidental, não se pode dizer o mesmo de regiões como África, mundo islâmico e América Latina, onde grandes civilizações nos moldes preditos por Huntigton não eram claramente identificáveis.</p>
<p>Além disso, não é plausível para todos os casos a continuidade geográfica imaginada para as civilizações de Huntigton. Existem significativas minorias islâmicas, por exemplo, espalhadas por todo o mundo — e esta ideia de contiguidade territorial teria que pressupor comunidades sem conflitos internos. Por fim, algumas civilizações de Huntigton pareciam ser definidas pela religião, e outras não.</p>
<p>Para Charles Jones, a formação de uma civilização seria melhor definida como “a maneira com que os povos lidaram com e sustentam diferenças culturais”, sendo o exemplo mais sólido disso a coexistência conquistada no interior das cidades ao longo da história das origens das civilizações.</p>
<p><strong>Todos América</strong><br />
No segundo ponto defendido pelo acadêmico, e que considera mais original que o primeiro, ele revisita seu argumento de que a noção de um “Ocidente” excluindo a América Latina é tão implausível quanto a de um “Ocidente” americano, que exclua a Europa . Para Jones, a ideia de uma América Latina como um espaço culturamente distinto do restante da América — argumento que ganhou vida própria ao ponto de ele mesmo ter sido em parte convencido — foi essencialmente ‘inventada’ ao longo do século 19, como um epifenômeno das rivalidades geopolíticas da Europa do período.</p>
<p>A exceção que constituem os Estados Unidos pode então ser melhor interpretada, em sua visão, como um desvio dos padrões típicos da América, decorrente, principalmente, do extraordinário sucesso da economia americana nas décadas anteriores à crise de 2008, em comparação com a de outros Estados do hemisfério.</p>
<p>Porém, “mesmo sendo um desvio, os EUA apresentam características semelhantes às que podem definir o hemisfério como um todo”, defende. As diferenças óbvias entre os Estados Unidos e o Equador são um argumento tão forte contra qualquer forma ideia mais ou menos unificada de América quanto as diferenças entre Estônia e Espanha para contestar uma generalização da Europa.</p>
<p>Em decorrência da análise que faz sobre o caso estadunidense, é possível nos perguntarmos se com o atual crescimento que indica um novo papel do Brasil no cenário mundial, mais o caráter já excepcional do país no continente (em função da língua, do passado imperial e da grande extensão do território), ele não poderia vir a constituir também um desvio, em moldes semelhantes ao que têm sido os EUA. E, em caso positivo, se ele poderia representar  um poder na América menos díspare do restante do continente como os Estados Unidos têm sido. Esse, para Charles Jones, é um dos desafios do país nos próximos anos.</p>
<p><strong>Um poder em mutação</strong><br />
O segundo palestrante foi Andrew Hurrel, que discutiu o atual momento das relações internacionais, começando pela transição do poder, com a transferência dos Estados Unidos e países centrais do Ocidente para um novo ambiente: os países emergentes.</p>
<p>Para ele, as relações internacionais atuais enfrentam um sério desafio, que é a divergência entre um mundo que passa por mudanças muito rapidamente e as teorias das relações internacionais, que ainda trabalham dentro das antigas molduras — um cenário de mundo que divide oriente e ocidente e que é dominado pelos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Outros poderes</strong><br />
Para Hurrel, quando se fala em poderes emergentes, a abordagem mais comum é se referir à mudança de um grupo de estados para outro: “o poder é claro — estava ‘aqui’, e agora está ‘lá’. É o que se quer dizer quando se fala em superpotência da China, Índia ascendente, ou do momento do Brasil”.</p>
<p>Mas, segundo o pesquisador, é possível pensar num sentido mais largo de mudança de poder — e temos exemplos históricos neste sentido. Esta outra mudança estaria ligada a múltiplos fatores: transformações na economia global; difusão de novas ideias, como autodeterminação dos países, liberdade e dignidade humana; desenvolvimento tecnológico; e novas formas de mobilização política e social, com ativismo organizado em redes de informação, e grupos minoritários alcançando projeção. Este é um poder “mais difuso”, mas que precisa ser levado em consideração, e que “torna mais difícil governar internamente as sociedades”.</p>
<p>Entre as consequências deste novo quadro, as categorias antes usadas pela geopolítica estão sendo postas à prova, a exemplo das de ‘norte e sul’, ‘mundo ocidental’ e ‘terceiro mundo’, que unificam realidades que, na verdade, são bem diversas.</p>
<p>Outra implicação, de acordo com Andrew Hurrel, é a tensão entre comparação — abordagem com que as ciências sociais foram construídas — e conexão, que surge para abalar a primeira.</p>
<p>Ainda, é preciso cuidado com noções amplamente aceitas e difundidas, mas que nem sempre estão concretamente baseadas. “Não há evidências, por exemplo, de que toda vez que acontecem mudanças no poder material [econômico], necessariamente haverá ameaças à ordem política global, nem sérios riscos de conflitos” diz, ressaltando que o maior desafio dos países não é lidar com as mudanças materiais, mas com a nova dinâmica social, e sua nova posição no mundo.</p>
<p>Isso vale tanto para os EUA, deixando de ser hegemônicos (e a Guerra Fria mostrou que o país tem dificuldade de aceitar rivalidade cultural/ideológica), quanto para os emergentes, como India e China, que não querem apenas os benefícios materiais do sistema, mas também ser reconhecidos como civilizações, e ter seu ‘lugar ao sol’. E para isso, mais do que nunca, os chamados emergentes precisam também equacionar seus problemas domésticos.</p>
<p>Ainda para o primeiro semestre de 2013  está previsto o lançamento, pela Edusp, do livro <em>Conferências USP 2012 – Impasses nos Grandes Regimes Internacionais</em>. Ele vai trazer a versão impressa e traduzida das palestras que aconteceram no evento. Os vídeos completos da Conferência podem ser assistidos no site da IPTV USP.</p>
<p><em>Foto: Pedro Bolle/USP Imagens</em></p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: (11) 3091-1898, com Gérson Damiani, pesquisador da FEA e do Instituto de Relações Internacionais (IRI)</strong></p></blockquote>
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		<title>Reformulação moderniza a rede social e acadêmica da USP</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 20:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valéria Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[O Stoa reúne ambiente de apoio às disciplinas e rede social. Relançamento será dia 5 de dezembro, às 14 horas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 5 de dezembro, a partir das 14 horas, acontece o relançamento do <a href="http://www.stoa.usp.br" target="_blank">Portal Stoa</a>, a rede social e acadêmica da USP. Criada em 2007, a rede conta, atualmente, com cerca de 50 mil usuários. Uma das mudanças é em relação ao acesso, antes restrito apenas às pessoas com número USP (identificação numérica concedida a todo aluno, professor, funcionário ou participante de cursos de graduação e pós da Universidade). Agora, é possível convidar pessoas sem o número USP para também participarem da comunidade virtual.</p>
<div class="img alignleft size-full wp-image-122398" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/stoa1.jpeg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/stoa1.jpeg" alt="" width="230" height="130" title="Pessoas sem número USP poderão participar da rede social e de apoio às disciplinas"/></a>
	<div>Pessoas sem número USP poderão participar da rede social e de apoio às disciplinas</div>
</div><p>“O usuário que convidar irá  se &#8216;<em>responsabilizar</em>&#8216; pelo comportamento do convidado, como se o ambiente virtual fosse semelhante a sala de aula que ele frequenta na USP”, compara o professor Ewout ter Haar, do Instituto de Física (IF) da USP, e um dos administradores do Stoa desde o seu lançamento. A migração para o novo sistema começou na semana passada.</p>
<p>Outra novidade é a modernização da interface de uploads e postagens; a possibilidade de realizar chats entre os usuários; e a inclusão de melhores ferramentas de gestão para os administradores de grupos.</p>
<p>O Stoa é composto pelo Moodle (disciplinas), plataforma voltada para os processos pedagógicos de apoio às disciplinas da graduação e da pós; além da rede social, que funciona como um “Facebook” da comunidade uspiana. “Se fizermos uma analogia, podemos considerar o Moodle como sendo as salas de aula da USP, e a rede social como sendo as praças, as lanchonetes e os restaurantes existentes nos campi da universidade. Um ambiente complementa o outro”, diz o professor.</p>
<p>Dentre as mudanças, o professor relata que o software usado anteriormente para a rede social estava estagnado e foi substituído por um software livre brasileiro, o Noosfero, utilizado também em outros projetos da USP. “Esse software foi elaborado por desenvolvedores brasileiros. Nós adaptamos e customizamos o sistema. Foi mais de um ano de trabalho realizando melhorias”, diz.</p>
<p><strong>História</strong><br />
Em 2007, quando foi lançado, o Stoa se resumia exclusivamente a rede social. Em 2009, houve a incorporação da plataforma Moodle. Muitos professores começaram a utilizá-la e acabaram por incentivar seus alunos a fazerem o mesmo. Hoje, o Moodle é uma ferramenta de apoio às disciplinas. Os professores disponibilizam para os alunos o material utilizado em aula e há vários fóruns de discussão associados a essas disciplinas. Em relação aos funcionários, muitos utilizam o Stoa como rede social e também para troca de informações sobre permuta de vagas em unidades.</p>
<p>O Stoa conta com 10 mil usuários ativos. Cerca de 2 mil deles efetua o login diariamente. Atualmente, o Moodle predomina em termos de uso. &#8220;Por isso, agora, queremos incentivar o uso da rede social do Stoa, pois é uma utilização mais horizontal, como se fosse uma conversa na lanchonete ou na copa. Algo tão importante quanto o aprendizado em sala de aula”, aponta o professor.</p>
<p style="text-align: center;"><div class="img size-medium wp-image-122402 aligncenter" style="width:300px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/stoa3.jpeg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/stoa3-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" title="O Moodle é comparável às salas de aula; já a rede social são as praças, lanchonetes e restaurantes dos campi"/></a>
	<div>O Moodle é comparável às salas de aula; já a rede social são as praças, lanchonetes e restaurantes dos campi</div>
</div><p>
<p><strong>Perfil acadêmico da USP na web</strong><br />
Mas por que a comunidade uspiana usaria a rede social do Stoa visto que muitos deles já possuem perfis ativos no Facebook? “Alunos, professores e funcionários poderiam utilizar o Stoa para criar um perfil institucional, ligado a tudo o que se refere ao ambiente universitário e acadêmico”, responde Ewout ter Haar. “A pessoa pode criar um outro perfil para o Stoa, ligado a suas atividades acadêmicas e dentro do contexto universitário”, sugere. “Nem sempre o Facebook atende a essa demanda”, completa.</p>
<p>Do ponto de vista da instituição, segundo Ewout ter Haar, muitos professores estão interessados nas novas tecnologias, principalmente no modo como as redes sociais podem ser uma ferramenta para a melhoria das aulas e para tornar suas pesquisas públicas e compartilhar conhecimento. “Esses docentes poderiam utilizar a rede social do Stoa em vez de ir ao Facebook para fazer postagens sobre suas aulas ou pesquisas”, diz.</p>
<p>Para ele, a Universidade tem como uma das suas missões oferecer à comunidade interna esse tipo de ferramenta colaborativa e, por isso, necessita adequar seus sistemas internos para atender a essa demanda. “Este é um modo de a Universidade marcar presença na web com um perfil puramente acadêmico.”</p>
<p><strong>Relançamento</strong><br />
O evento de relançamento contará com a presença do superintendente Gil da Costa Marques, da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), que fará a apresentação do Projeto Stoa. O professor Fabio Kon, do Centro de Competência em Software Livre do Instituto de Matemática e Estatística (CCSL/IME) abordará o tema “Oportunidade concreta de colaboração e desenvolvimento de software livre”.</p>
<p>O professor Artur Rozestraten, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), vai falar sobre  ‘A importância de redes sociais para a USP”. O professor Massimo di Felice, da Escola de Comunicações e Artes (ECA), abordará “Pesquisa e Inovação em Redes Digitais”. O professor Ewout ter Haar apresentará um “Histórico do Projeto Stoa”. E professor Paulo Meirelles, do CCSL/IME, fará uma “Demonstração das novas funcionalidades da Rede Social do Stoa”.</p>
<p>O relançamento ocorrerá no Auditório Prof. Fadigas, da Superintendência de Tecnologia da Informação, na Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, n. 71, ao lado do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, na Cidade Universitária, em São Paulo.</p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: (11) 3091-6696, email <a href="javascript:DeCryptX('fxpvuAvtq/cs')">&#101;w&#111;&#117;&#116;&#64;&#117;s&#112;&#46;b&#114;</a>, com o professor Ewout ter Haar</strong></p></blockquote>
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</ul>
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		<title>Estação Meteorológica do IAG: 80 anos de operações</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 20:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Meteorológica]]></category>
		<category><![CDATA[IAG]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Ciência e Tecnologia da USP]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Meteorologico do Estado de São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Inaugurada em 22 de novembro de 1922, a Estação Meteorológica mantém, praticamente, as mesmas instalações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<p><em>Da Assessoria de Comunicação do IAG</em></p>
<div class="img alignleft size-full wp-image-121889" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_3352_A.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_3352_A.jpg" alt="" width="230" height="130" title="A Estação hoje coleta, trata e dissemina suas observações de superfície"/></a>
	<div>A Estação hoje coleta, trata e dissemina suas observações de superfície</div>
</div><p>A Estação Meteorológica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP foi inaugurada na manhã de 22 de novembro de 1932 no Parque do Estado — local onde se realizavam as obras do novo Observatório Astronômico de São Paulo, e onde permanece até hoje. Em termos geográficos, tanto o cercado quanto o edifício encontram-se nos arredores de um marco correspondente à latitude 23°39′S e à longitude 46°37’W.</p>
<p>Registrada junto à Organização Meteorológica Mundial, a Estação é constituída de um cercado meteorológico, de um conjunto de salas no terraço do edifício da administração do Parque de Ciência e Tecnologia da USP e de uma torre no alto do edifício. Estas instalações têm sido praticamente as mesmas desde o início de suas atividades.</p>
<p>A Estação Meteorológica do IAG deixou de fazer parte da rede de estações do Serviço Meteorológico do Estado de São Paulo em 1941, com a encampação dos Serviços Meteorológicos Estaduais pelo Governo Federal. A partir de então, suas atividades foram mais direcionadas para a pesquisa.</p>
<p>A Estação hoje coleta, trata e dissemina suas observações de superfície, além de auxiliar nas aulas práticas do curso de Bacharelado em Meteorologia da USP e receber visitantes de todas as faixas escolares ao longo do ano.</p>
<p><strong>História e mudanças</strong><br />
A Estação Meteorológica inaugurada em 1932 tinha por finalidade substituir a Estação Meteorológica Central da rede de estações do Serviço Meteorológico do Estado de São Paulo, na época instalada no antigo Observatório de São Paulo situado na Avenida Paulista.</p>
<p>A Estação Meteorológica Central do Serviço Meteorológico tinha iniciado suas observações em 1895, instalada no teto do edifício da Escola Normal da Praça da República (atual Secretaria da Educação do Estado de São Paulo). Ali permaneceu até 1912, quando foi transferida para o Observatório de São Paulo da Avenida Paulista.</p>
<p>Quando se fez a escolha do local para a construção desse observatório, foi levada em consideração a existência de um Posto Meteorológico da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo na Avenida Paulista. O “Observatório da Avenida” funcionava desde 1902 na residência do Dr. José Nunes Belfort Mattos (funcionário da Comissão e que mais tarde viria a ser o Diretor do Observatório de São Paulo), e desse modo foi possível dar continuidade às observações meteorológicas com aproveitamento da série climatológica já existente.</p>
<p>Com a decisão de se transferir o antigo Observatório de São Paulo para o Parque do Estado, também foram tomadas precauções para que a série climatológica obtida na Avenida Paulista não perdesse a conexão com uma nova série. Para isso, foram realizadas observações horárias conjuntas nos dois locais entre 1932 e 1936.</p>
<p>Isto foi de fundamental importância no caso da série pluviométrica, pois um estudo posterior da correlação entre os dois postos permitiu que se encontrasse um coeficiente bem próximo da unidade para a conexão das duas séries, que juntas abrangem um período de noventa anos e caracterizam uma das poucas séries pluviométricas de longo período existentes no Brasil.<br />
Novidades e modernidades</p>
<p>Os instrumentos de uma estação convencional dependem da direta e constante manipulação por parte dos técnicos, que precisam realizar as observações e trocar os diagramas. Para que os dados sejam inseridos no banco de dados, os técnicos precisam digitá-los. Atualmente, a Estação Meteorológica está adotando medidas para facilitar o acesso aos dados digitados.</p>
<p>O Sistema de Obtenção de Dados (em fase beta) tem como objetivo permitir que docentes e alunos da graduação e pós-graduação em Meteorologia tenham acesso ao banco de dados, através de uma senha individual. Para o público externo, os dados são divulgados também no site da <a href="http://www.estacao.iag.usp.br/">Estação Meteorológica</a> e por meio do <a href="https://www.facebook.com/pages/Esta%C3%A7%C3%A3o-Meteorol%C3%B3gica-do-IAG-USP/103945463032687">Facebook</a> e do <a href="http://www.twitter.com/estacao_IAG">Twitter</a>. Além disso, a Estação conta ainda com contas nos serviços <a href="http://www.scribd.com/estacao_IAG">Scribd</a> e <a href="http://www.flickr.com/photos/87668408@N04/">Flickr</a>.</p>
<p>Como parte da comemoração de seus 80 anos, a Estação Meteorológica do IAG está preparando seus primeiros cursos de verão. O curso de divulgação científica “Explorando a Meteorologia” (inscrições em andamento) é direcionado para interessados em meteorologia geral e será ministrado entre 14 e 18 de janeiro de 2013. Já o Curso de Observações Meteorológicas, que será realizado de 4 a 8 de fevereiro de 2013, visa introduzir as principais técnicas de observações meteorológicas.</p>
<p>Também no âmbito da divulgação científica, foi aprovada recentemente perante a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária a implantação do Museu de Meteorologia. O museu já funciona informalmente e tem atendido uma boa quantidade de visitantes desde o final de 2011.</p>
<p><em>Foto: Marcos Santos / USP Imagens</em></p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: (11) 3091-4683, email <a href="javascript:DeCryptX('sjdbnbshAnpefm/jbh/vtq/cs')">r&#105;cam&#97;rg&#64;&#109;&#111;&#100;e&#108;.i&#97;&#103;.us&#112;.b&#114;</a>, com professor Ricardo de Camargo, chefe da Estação Meteorológica.</strong></p></blockquote>
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		<title>Simpósio, vídeo e catálogo marcam os 50 anos da Edusp</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 20:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valéria Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Mindlin]]></category>
		<category><![CDATA[Cinquentenário da Edusp]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[Editora da USP]]></category>
		<category><![CDATA[editoração]]></category>
		<category><![CDATA[Edusp]]></category>
		<category><![CDATA[Simpósio Internacional “Livros e Universidades”]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundada em 1962, Edusp celebra cinquentenário com evento internacional no auditório da Biblioteca Mindlin]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img alignleft size-full wp-image-119184" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/edusp.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/edusp.jpg" alt="" width="230" height="130" title="Especialistas de diversas partes do mundo estarão reunidos na USP entre 5 e 8/11"/></a>
	<div>Especialistas de diversas partes do mundo estarão reunidos na USP entre 5 e 8/11</div>
</div><p>Prestes a completar 50 anos de atividades, a Editora da USP (Edusp) é um referencial quando se pensa em editoras universitárias, não apenas no Brasil, mas também no restante do mundo. Para celebrar este feito, entre os dias 5 e 8 de novembro, ocorre o <em>Simpósio Internacional “Livros e Universidades”</em>, que será realizado no auditório da Biblioteca Mindlin, no campus da Cidade Universitária, em São Paulo. Além do Simpósio também está prevista a publicação de um catálogo com o registro completo dos mais de 3.200 títulos já lançados e a edição de um vídeo institucional.</p>
<p>“Ao final do Simpósio, pretendemos divulgar uma carta aberta à sociedade em defesa do livro universitário, apontando o contexto atual do setor, os principais objetivos, quais desafios enfrentamos e o que há em comum entre as editoras do mesmo tipo”, destaca a professora Marisa Midori Deaecto, curadora do simpósio.</p>
<p>De acordo com a professora, ao pensar no Simpósio, a comissão organizadora das comemorações destacou três eixos que as palestras e discussões deveriam cobrir: editoras universitárias e o mercado editorial: projetos e desafios; os profissionais do livro: entre a técnica e a formação humanística; e o livro e a universidade: encontros e conflitos na perspectiva da longa duração. “A ideia é gerar um grande quadro comparativo, sempre colocando a USP no cenário nacional e internacional da editoração universitária”, diz.</p>
<p>veja o vídeo a seguir:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="520" height="293" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mshk_bcu_No?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="520" height="293" src="http://www.youtube.com/v/mshk_bcu_No?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>No Simpósio esses três eixos serão abordados por palestrantes de diversas partes do mundo, como: Andre Schiffrin (The New Press, Nova York, EUA), Paulo Franchetti (Unicamp), Jean-Yves Mollier (Université de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, França), Matthias Middell (Universidade de Leipzig, Alemanha), Nelson Schapochnik (USP), Nuno Medeiros (CesNova – Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa, Portugal), Bernardo Jaramillo Hoyos (CERLAC – UNESCO); Andrew Brown (Cambridge University Press), Stephen Maikowski (University of New York Press), entre outros</p>
<p>Segundo a professora Marisa, há várias realidades envolvendo as editoras universitárias. Na França, elas são bem diferentes das existentes no Brasil. “No caso da Edusp, por exemplo, há uma relação institucional com a universidade. Lá não. São grupos de professores e editores particulares que se reúnem e cada grupo acaba por representar determinadas regiões do território francês. Já em Portugal, não existe este modelo”, explica.</p>
<p>Para a professora, o perfil das editoras universitárias ao redor do mundo diz muito sobre as sociedades em que elas estão inseridas, tanto na França, como na Alemanha. Matthias Middell, por exemplo, vai abordar a configuração do mercado editorial após a unificação das duas Alemanhas.</p>
<p><strong>Instabilidade econômica</strong><br />
A Edusp foi criada em 1962. De um modelo voltado, primeiramente, para o público universitário, a editora foi se modificando ao longo do tempo e, atualmente, tem um público bem mais amplo, não restrito à USP, e publica também obras na área de traduções e de autores contemporâneos. “É bom lembrar que, durante muitos anos, a economia brasileira foi bastante instável. É raro uma empresa do ramo editorial durar tanto tempo, principalmente sendo uma editora acadêmica, de perfil universitário”, destaca a professora.</p>
<p>No Brasil, além da Edusp, há também outras editoras universitárias de destaque, como a da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a da Universidade de Campinas (Unicamp), e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>No caso da Edusp, Marisa cita que um dos diferenciais é o suporte acadêmico que ocorre por meio da graduação em Editoração oferecido pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “Muitos funcionários que hoje atuam na Edusp são formados em Editoração pela ECA, diz a professora, lembrando que a formação do profissional de editoração será um dos eixos de debates do simpósio. No Brasil, a USP oferece o curso de Editoração. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Anhembi-Morumbi oferecem o curso de Produção Editorial, e o Senac tem o curso de Design Editorial.</p>
<p>A abertura do Simpósio ocorre segunda-feira (5), às 14 horas, com a presença do reitor da USP, João Grandino Rodas; da pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária, professora Maria Arminda do Nascimento Arruda; do diretor da Edusp, o professor Plinio Martins Filho; do diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, professor Pedro Puntoni; além da professora Marisa Midori.</p>
<p>Após a apresentação de um filme institucional, haverá a conferência de abertura, que será ministrada pelo crítico e ensaísta, professor da USP, Ivan Teixeira. A programação completa pode ser acessada neste link: <a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Programa-do-Simp%C3%B3sio.pdf" target="_blank">http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Programa-do-Simp%C3%B3sio.pdf</a></p>
<p>O Auditório da Biblioteca Mindlin fica na Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, São Paulo.</p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: (11) 3091-4995 ou email <a href="javascript:DeCryptX('nbsjtbnjepsjAvtq/cs')">ma&#114;i&#115;a&#109;ido&#114;&#105;&#64;&#117;sp.&#98;&#114;</a>, com a professora Marisa Midori, ou site </strong><br />
<a href="http://www.edusp.usp.br/livroseuniversidades/50anos/" target="_blank">http://www.edusp.usp.br/livroseuniversidades/50anos/</a></p></blockquote>
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		<title>Projeto USP Digital visa eficiência administrativa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 21:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valéria Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Informática]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto USP Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas USP]]></category>

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		<description><![CDATA[Digitalização dos processos administrativos vai economizar tempo e reduzir a circulação de documentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img size-full wp-image-96224 alignleft" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Im12.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Im12.jpg" alt="" width="230" height="130" title="Senha única vai simplificar o acesso aos sistemas administrativos da Universidade"/></a>
	<div>Senha única vai simplificar o acesso aos sistemas administrativos da Universidade</div>
</div><p>A Universidade de São Paulo começa a implantar, a partir desta quarta-feira (2), o Projeto USP Digital. O objetivo é buscar a eficiência das rotinas administrativas por meio da digitalização dos processos, diminuindo a circulação de papéis.</p>
<p>O primeiro passo da iniciativa que começa a entrar em vigor hoje é a senha única para os sistemas corporativos da universidade, que serão acessados pelo site <a href="https://uspdigital.usp.br" target="_blank">https://uspdigital.usp.br</a>. Além de contar com uma única senha para acessar todos os sistemas aos quais se tenha permissão, a comunidade interna da USP também poderá alternar de um sistema a outro, sem a necessidade de uma nova autenticação.</p>
<p>Na USP, cada vez que se inicia um procedimento administrativo como concessão de bolsa, contratação de estagiário ou registro de diplomas, entre outros, é realizada a abertura de um processo. Somente em 2010 foram abertos mais de 170 mil processos no Proteus, o atual sistema administrativo online usado na USP.</p>
<p>Como o trâmite de muitos documentos é feito via papel e necessita de várias assinaturas, cria-se um problema ligado a demora com que esses processos são finalizados, além do alto consumo de papel: em 2010, o número total de folhas de papel A4 consumidas chegou a cerca de 134 milhões.</p>
<p>“O foco principal do USP Digital não é acabar com a circulação de papel mas sim buscar a eficiência nas rotinas administrativas, mas esperamos reduzir também o número de documentos impressos”, explica o coordenador do projeto, o professor Luis Natal Rossi, diretor do Departamento de Informática da Coordenadoria de Administração Geral (Codage) da USP. De acordo com o docente, o trâmite atual desses processos pode demorar algum tempo. Concessões de estágios, por exemplo, podem levar de 3 a 4 meses para ficarem prontos, devido a necessidade de circulação do processo em várias instâncias da universidade.</p>
<p>“Já no ambiente digital, várias pessoas podem atuar ao mesmo tempo, abrindo o documento simultaneamente”, explica. Natal lembra que alguns processos necessitam do uso de papel, outros não. E, em alguns casos, somente uma parte pode ser digitalizada. “Os contratos de prestação de serviço, as atividades de auditoria, e no relacionamento com órgãos externos que não tenham a cultura do documento digital precisam ser impressos; já os holleriths e as diárias <em>[valor pago em caso de viagens]</em> podem ser consultados apenas virtualmente”, conta. De acordo com o docente, o processo físico poderá ser mantido como uma segurança adicional de preservação de informações.</p>
<p>Algumas ações ligadas ao Projeto USP Digital já foram iniciadas. No caso do hollerith, desde janeiro de 2011 os funcionários e professores deixaram de receber a versão impressa. O acesso agora é feito por meio do sistema digital Marteweb.</p>
<p><strong>Workflow</strong><br />
A implantação do projeto segue três frentes de trabalho conjuntos. O primeiro é o desenvolvimento de um fluxo de trabalho informatizado (workflow) que possa substituir, gradativamente, o trâmite de processos em papel utilizado do PROTEUS. “Inicialmente, serão substituídos pela via eletrônica do workflow os ofícios, as cartas e os memorandos, incluindo um conjunto de tipos de requisições em processos denominado “protocolado”. São rotinas simples, mas de grande abrangência”, explica.</p>
<p>A outra iniciativa é a implantação de um acervo digital corporativo, um repósitório online de documentos. “A Secretaria Geral da USP já iniciou o processo de digitalização de todo o seu acervo de documentos, e a Procuradoria Geral da USP, começou a implantação do processo digital no setor de contratos, com o objetivo de eliminar a circulação interna dos processos”, informa o professor.</p>
<p>A outra vertente é a ampliação da oferta de serviços dos sistemas USP. A ideia é que a entrada para o sistema USP Digital seja feita diretamente na página do Portal da USP na internet (<a href="http://www.usp.br">www.usp.br</a> ) com ampliação dos sistemas digitais já oferecidos. O professor Natal informa que a atualmente a USP já conta com vários casos de sucesso já disponíveis no Sistemas USP, como requisição, análise, aprovação e concessão de diárias; pagamentos diversos solicitados e realizados diretamente por sistema, incluindo-se o pagamento de bolsas de várias categoria; as matrículas em disciplinas de graduação e de pós-graduação; o fornecimento de atestados, comprovantes e declarações dentre outros exemplos.</p>
<p>“Com a ampliação dos serviços, as compras centralizadas e setorizadas serão implantadas nos sistemas USP em novo formato, trazendo importante ganho de eficiência. Requisição de férias e de afastamentos, o diploma digital, boletim de frequência são outros exemplos de rotinas que estão prestes a serem automatizadas no novo sistema”, finaliza o professor.</p>
<p>O sistema também pode ser acessado pelo <a href="http://www.usp.br" target="_blank">Portal da USP</a> por meio do link &#8220;Sistemas&#8221; no canto superior direito da página.</p>
<p><em>Imagem: Divulgação</em></p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: email <a href="javascript:DeCryptX('obubmAqfb/vtq/cs')">&#110;a&#116;a&#108;&#64;&#112;e&#97;.u&#115;p.br</a> , com o professor Luis Natal Rossi;  site <a href="https://uspdigital.usp.br" target="_blank">https://uspdigital.usp.br</a></strong></p></blockquote>
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		<title>USP é universidade que mais forma doutores no mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 20:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[ARWU]]></category>
		<category><![CDATA[doutorados]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo aponta a USP como 1ª colocada em número de doutorados defendidos  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Elton Alisson, da Agência Fapesp</em></p>
<div class="img size-full wp-image-88729 alignleft" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol-3168B.jpeg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol-3168B.jpeg" alt="" width="230" height="130" title="USP é a primeira em número de doutorados defendidos entre 682 instituições"/></a>
	<div>USP é a primeira em número de doutorados defendidos entre 682 instituições</div>
</div><p>A USP é a universidade que mais forma doutores mundialmente. A constatação é do Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, que aponta a universidade paulista como a primeira colocada em número de doutorados defendidos entre 682 instituições globais.</p>
<p>O ranking também indica a USP como a terceira colocada em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, além de a quinta em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo, e a 21ª em porcentagem de professores com doutorado em um universo de 286 universidades.</p>
<p>Na avaliação do professor Vahan Agopyan, pró-reitor de Pós-Graduação da USP e membro do Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a liderança mundial na formação de doutores, apontada pelo levantamento global, deve-se à tradição da pós-graduação da USP no Brasil.</p>
<p>Em 1965, quando foram definidas as novas diretrizes da pós-graduação no País, baseadas no trabalho de Newton Sucupira (1920-2007) – responsável pela criação do Conselho Federal de Educação, atualmente Conselho Nacional de Educação – a USP já possuía um número expressivo de docentes com doutorado, e se destacou como a universidade que viria a suprir a demanda do País por mestres e doutores.</p>
<p>“Nas décadas de 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram realizados na USP. Hoje, mais de 20% dos pós-graduandos no País também obtém o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”, disse Agopyan à Agência Fapesp.</p>
<p>Nos últimos dez anos tem diminuído o número de mestrandos e de doutorandos na USP. Em 2011, pela primeira vez o número de doutorandos na universidade, que celebrou em agosto a concessão de 100 mil títulos de pós-graduação, foi maior que o de mestrandos.</p>
<p>“É um reflexo do aumento no número de programas de mestrado oferecidos em todo o país. Em função disso, os pós-graduandos estão preferindo realizar mestrado em sua própria região e procuram a USP para fazer doutorado ou alguma outra atividade mais especial”, avalia Agopyan.</p>
<p>Por outro lado, o número de estudantes de pós-graduação da USP tem se mantido estável nos últimos anos. Atualmente, a universidade conta com cerca de 23 mil alunos de pós-graduação<em> stricto-sensu</em> e titulou 2.192 doutores e 3.376 mestres em 2011 – números que oscilaram pouco nos últimos 15 anos.</p>
<p>“Já somos grandes e estamos trabalhando no máximo da nossa capacidade há vários anos. Cada um dos nossos docentes tem, em média, mais de cinco orientandos, que é um número elevadíssimo”, afirma Agopyan.</p>
<p>Segundo o pró-reitor, esse fenômeno também é comum às principais universidades no mundo, como as norte-americanas, europeias e chinesas listadas no ranking, cujo número de pós-graduandos também está bastante estável e seus programas de pós-graduação operam no limite de suas capacidades.</p>
<p>Um dos fatores atribuídos por Agopyan para a USP continuar liderando a formação de doutores é a atuação da universidade em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. “Somos uma instituição pluridisciplinar”, destaca.</p>
<p>Na avaliação de Agopyan, o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação. “Não queremos apenas quantidade, mas sim qualidade”, afirmou.</p>
<p>A Fapesp desembolsou R$ 277,3 milhões em 2010 com Bolsas no País, dentro de seu Programa de Bolsas. Desse total, por vínculo institucional do pesquisador responsável pelo projeto ou do bolsista, a USP recebeu R$ 132,7 milhões (ou 47,87%).  Em 2010, a Fapesp concedeu 1.362 bolsas de Doutorado e Doutorado Direto.</p>
<p><strong>Destaques das universidades paulistas</strong><br />
Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como a 38ª colocada em número de doutorados defendidos, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.</p>
<p>Por sua vez, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) obteve a 55ª posição em doutorados concedidos, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.</p>
<p>Um outro ranking divulgado em janeiro, o Web of the World Universities, conhecido como Webometrics, que mede a visibilidade das universidades nos principais mecanismos de busca da internet, apontou a USP como a 20ª colocada e a primeira da América Latina, seguida na região pela Universidade Nacional Autônoma do México, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Unesp. A Unicamp obteve a 9ª colocação entre as universidades latino-americanas.</p>
<p>Outras universidades brasileiras que figuram entre as dez mais bem colocadas no ranking latino americano são a Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal do Paraná.</p>
<p><em>Imagem: Marcos Santos</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote><p><strong> </strong><strong>Mais informações: (11) 3091-3190 / 3220</strong></p></blockquote>
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		<title>Alunos projetam quiosques para o campus da capital</title>
		<link>http://www.usp.br/agen/?p=84562</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cocesp]]></category>
		<category><![CDATA[FAU]]></category>
		<category><![CDATA[Poli]]></category>
		<category><![CDATA[quiosques]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa visa padronizar e adequar pontos de comércio de alimentos no campus a normas de segurança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bruna Pellegrini, especial para o USP Online</em></p>
<div class="img alignleft size-full wp-image-84588" style="width:230px;">
	<a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/14122011quiosquesagenusp001.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/14122011quiosquesagenusp001.jpg" alt="" width="230" height="130" title="41 equipes inscreveram seus projetos para os novos quiosques de alimentação"/></a>
	<div>41 equipes inscreveram seus projetos para os novos quiosques de alimentação</div>
</div><p>Foram anunciados os vencedores do <em>Concurso de Projetos de Quiosques de Alimentação para a Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira</em>. Trata-se de uma iniciativa da Coordenadoria do Campus da Capital do Estado de São Paulo (Cocesp) para padronizar e adequar a normas de segurança os diferentes pontos de comércio de alimentos da Cidade Universitária. O grupo que ganhou o concurso é formado por  Bhakta Krpa Das Santos e João Miguel Alves de Moura e Silva, graduandos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e Fernando Luz Rodrigues, da Escola Politécnica (Poli) da USP. Eles receberam um prêmio no valor de R$15.000,00 pelo projeto. “Não imaginávamos que ganharíamos, mas, no decorrer da execução do projeto, ficamos cada vez mais empenhados e fizemos um trabalho essencialmente adequado aos requisitos do concurso”, conta João Miguel. Os ganhadores foram anunciados em novembro.</p>
<p>O concurso foi proposto aos alunos de graduação das áreas de Arquitetura e Engenharia da USP, que deveriam se juntar em grupos interdisciplinares para montar o projeto. Uma das mentoras e organizadoras do concurso foi Cristina Guarnieri, Chefe da Divisão de Relações Institucionais da Cocesp. “Nós buscamos cada vez mais promover o conceito de campus sustentável e a opção por envolver alunos de duas graduações se adequou perfeitamente a esse objetivo”, destaca.</p>
<p><strong>O projeto vencedor</strong><br />
Entre 41 equipes inscritas, o projeto vencedor dos alunos de graudação idealizava 14 quiosques, que substituiriam as instalações informais dos ambulantes que comercializam alimentos no campus. “Para o edital, fizemos um levantamento dos trabalhadores informais de alimentos, que chegam a estar há 30 anos no campus. Em um segundo momento, vamos avaliar cada um dos casos para checar a possibilidade de esses próprios comerciantes tomarem os postos nos quiosques”, conta Guarnieri. Os quiosques estão inseridos no Programa de Pesquisa e Experimentação para a Sustentabilidade do Campus (ProPESC) e sua implantação deve começar em 2012. Os membros do grupo vencedor serão convidados a participar da equipe de desenvolvimento do projeto executivo.</p>
<p>O grupo vencedor propôs um modelo de quiosque modular, que possibilita a construção em diferentes tamanhos, de acordo com a necessidade do ponto a ser instalado. “Além de seguir as regras do edital, fizemos pesquisa de referência de outros projetos de quiosques para desenhar o nosso modelo. E fizemos questão de desenvolver um projeto que respeitasse a rotina das pessoas, que fosse simples e garantisse a interação de seus frequentadores. Para isso, visitamos alguns dos ambulantes, a fim de avaliar o que poderia ser conveniente ou não em cada caso,” detalha João Miguel. O cuidado do grupo com a rotina de quem já frequenta e se alimenta no campus da capital dialoga com a premissa do Plano Diretor do Campus Butantã, em que o concurso está inserido, que busca melhorias na qualidade de vida da Comunidade USP.</p>
<div class="img alignright size-full wp-image-84589" style="width:226px;">
	<a href="http://www5.usp.br/wp-content/uploads/projeto.jpg"><img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/14122011quiosquesagenusp002.jpg" alt="" width="226" height="134" title="O projeto vencedor se destaca pela ideia de quiosques em módulos (clique para ampliar)"/></a>
	<div>O projeto vencedor se destaca pela ideia de quiosques em módulos (clique para ampliar)</div>
</div><p><strong>Critérios</strong><br />
Os professores da USP Marcelo Suzuki, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) de São Carlos, Silvio Macedo, da FAU, Laerte Idal Sznelwar, da Poli, Simone Balian da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), a arquiteta Vera Marques, da Coordenadoria do Espaço Físico (Coesf) da USP e os jornalistas Marcelo Tas, ex-politécnico, e André Palhano, responsável pelo evento paulistano Virada Sustentável, formaram a banca examinadora do concurso. Eles se basearam nos critérios definidos pelo regulamento, com ênfase na funcionalidade, higiene, ergonomia, harmonia com o ambiente, sustentabilidade, vida útil, manutenção e viabilidade do projeto.</p>
<p><strong>Engajamento</strong><br />
Este foi o primeiro concurso da Cocesp envolvendo alunos da universidade para melhorias da áreas comuns do campus. Mas não deve ser a a última iniciativa do gênero. “Ficamos bastante satisfeitos com o trabalho desenvolvido ao longo deste um ano, até a conclusão do concurso, mas, principalmente, com o engajamento dos alunos para cuidar de um território que é deles: seu próprio ambiente universitário. Por isso, pretendemos adotar esse modelo mais vezes”, conclui Guarnieri.</p>
<p>Os alunos participantes também aprovaram o modelo, como conta João Miguel. “O mais importante da iniciativa do concurso foi a abertura da Universidade a um diálogo com toda a comunidade USP na construção de seu próprio campus. Do nosso ponto de vista, a administração da Universidade poderia promover mais interações de alunos na melhoria do espaço público, fazendo do campus um modelo para a sociedade&#8221;, diz.</p>
<blockquote><p><strong>Mais informações: (11) 3091-1986, email <a href="javascript:DeCryptX('tbvefbncjfoubmAvtq/cs')">saud&#101;a&#109;&#98;i&#101;n&#116;a&#108;&#64;&#117;sp.&#98;r</a>, site <a href="http://www.usp.br/cocesp" target="_blank">www.usp.br/cocesp</a></strong></p></blockquote>
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