A exposição fotográfica Oceano: vida escondida apresenta imagens inéditas de corais, águas-vivas e outros organismos marinhos de rara beleza estética. Venha apreciar estes seres dificilmente vistos fora do meio científico. Veja as fotos!

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Aproveite para ler o texto de divulgação "Vida escondida" publicado no Boletim "O Telescópio" da Estação Ciência.

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Cartaz de divulgação da exposição Oceano: vida escondida na Estação Ciência.

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Oceano: vida escondida

oceanovidaescondida.wordpress.com

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Filo Cnidaria

acima de 100mm

A água-viva Phyllorhyza punctata é comum na região Sudeste, chamando a atenção pelo colorido, algumas vezes encalhando às centenas nas praias.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

O microscópio eletrônico de varredura revela detalhes de Vorticella oceanica. Esses microorganismos muito comuns em águas costeiras viajam de carona pelos oceanos presos sobre a superfície de algas.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia Eletrônica de Varredura Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Porifera, Cnidaria e Echinodermata

acima de 100mm

Ambiente com corais, esponjas, hidróides e o crinóide Gorgonocephalus eucnemis.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
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Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

Larva da bolacha-do-mar Clypeaster subdepressus durante seu desenvolvimento. Mesmo com apenas 4 braços ainda em formação a larva já é capaz de se alimentar.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filos diversos

acima de 100mm

"Floresta" de corais, esponjas e outros organismos de águas profundas.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
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Filo Cnidaria

acima de 100mm

A água-viva Olindias sambaquiensis é comum no litoral Sudeste, sobretudo nos meses de inverno e outono. É conhecida dos banhistas pelo colorido vívido e pelos tentáculos urticantes.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

O microorganismo Codonellopsis ostenfeldi constrói sua carapaça protetora aglutinando minúsculos fragmentos capturados por ele na água.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia Eletrônica de Varredura Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Cnidaria

acima de 100mm

Aequorea sp. Espécies desse grupo de águas-vivas são bioluminescentes, emitindo flashes de luz verde ao redor da margem onde se dispõem os tentáculos.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
monocoryne2.jpg

Filo Cnidaria

10mm - 100mm

Parentes dos corais e águas-vivas, os pequenos pólipos de Monocoryne se destacam na paisagem do fundo oceânico, repleta de pequenos e coloridos seres.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
branca.jpg

Filos Cnidaria e Arthropoda

acima de 100mm

O caranguejo-aranha Libinia ferreirae passa parte da vida alojado no corpo da água-viva Lychnorhiza lucerna.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
tornaria-mic.jpg

Filo Hemichordata

0,1mm - 1mm

Larva tornária é bastante transparente permitindo visualizar estruturas internas, como o trato digestório, nervo apical e hidróporo.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
bigmouth.jpg

Filo Chordata

acima de 100mm

O peixe "bigmouth sculpin" (Hemitripterus bolini).

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
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Filo Dinoflagelata

0,001mm - 0,1mm

O microorganismo Protoperidinium sp., viajante comum das águas costeiras de São Sebastião, SP, vive ao sabor das ondas, sendo presa fácil para outros pequenos organismos.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia Eletrônica de Varredura Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Cnidaria

10mm - 100mm

Água-viva Eireine sp., que é transparente e tem apenas alguns milímetros, passaria despercebida, não fosse o olhar atento do biólogo marinho.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
paragorgia.jpg

Filo Cnidaria

acima de 100mm

A gorgônia Paragorgia, também denominada "goma de mascar", junto a esponjas e colônias de pólipos diversos, como o coral Stylaster.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
cteno.jpg

Filo Ctenophora

10mm - 100mm

Ctenóforo Bolinopsis vitrea. Os ctenóforos distinguem-se das medusas por se locomoverem por batimento ciliar. O ângulo de incidência da luz nos pentes de cílios, provoca flashes de cores cintilantes pelo corpo do ctenóforo, num espetáculo de rara beleza. Exemplar cortesia de Otto Müller Patrão de Oliveira.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
veliger.jpg

Filo Mollusca

0,1mm - 1mm

Larva véliger de um molusco (gastrópode). Os grandes lobos transparentes projetando-se para fora da concha são extensões do corpo da larva cuja superfície é recoberta por cílios. O batimento ciliar é responsável pela locomoção desta larva na água.

foto: Alvaro E. Migotto Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
brachiolaria.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

A larva braquiolária da estrela-do-mar usa seus longos braços ciliados para nadar e capturar o alimento.

foto: Alvaro E. Migotto Estereomicroscópio in vivo Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
tornaria-lupa.jpg

Filo Hemichordata

0,1mm - 1mm

A larva tornária representa parte do ciclo de vida de um grupo de vermes marinhos solitários. Elas passam bastante tempo na coluna d´água, e os adultos, que podem medir cerca de 1 metro de comprimento, vivem enterrados na areia.

foto: Alvaro E. Migotto Estereomicroscópio in vivo Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Cnidaria

acima de 100mm

Além de capturar pequenos animais a água-viva Mastigias papua cultiva algas microscópicas em seus tecidos, que servem de alimento e dão ao seu corpo uma coloração amarronzada.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Shirahama, Japão.
clypejovem.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

Filhote de bolacha-do-mar observado sob luz polarizada.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
cifonautes.jpg

Filo Bryozoa

0,1mm - 1mm

A larva cifonauta passa cerca de 1 mês nadando até se fixar no substrato e se transformar no adulto, pequenos organismos coloniais e sésseis. A larva é facilmente identificada pelo seu formato triangular.

foto: Alvaro E. Migotto Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Arthropoda e Cnidaria

10mm - 100mm

O crustáceo isópode vive em associação com gorgônias, ilustrando um aspecto extremamente comum da vida marinha: organismos servindo como abrigo, proteção ou suporte para outros.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
clypepolar.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

O esqueleto calcário que sustenta o corpo das larvas de bolachas-do-mar é revelado sob luz polarizada.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Annelida

1mm - 100mm

Os poliquetas são vermes extremamente comuns no ambiente marinho, embora passem geralmente despercebidos por serem pequenos e viverem escondidos.

foto: Alvaro E. Migotto Estereomicroscópio in vivo Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
clype3d.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

Larva de bolacha-do-mar vista de frente. Esta imagem é uma reconstrução criada a partir de 120 fotos e foi processada digitalmente para criar o efeito de profundidade. Utilize os óculos para observar a imagem em 3D.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
echino.jpg

Filo Echinodermata

acima de 100mm

Detalhe da região oral do ouriço-do-mar Echinometra lucunter. Os cinco dentes brancos raspam o alimento da rocha, enquanto as pequenas estruturas ao redor da boca ajudam na higiene e proteção bucal.

foto: Alvaro E. Migotto Estereomicroscópio in vivo Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

Condylostoma sp. em reprodução assexuada. Os cílios dispostos em fileiras sobre o corpo são utilizados para a locomoção, enquanto os cílios próximos da área bucal fazem o transporte do alimento.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia Eletrônica de Varredura Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Mollusca

acima de 100mm

A lula Loligo plei é capturada em abundância no litoral Sul e Sudeste do Brasil no verão. Exemplar cortesia de José Eduardo Marian.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
alaskagorgia.jpg

Filo Cnidaria

acima de 100mm

A gorgônia Alaskagorgia alaskensis é um dos organismos marinhos de águas profundas do Pacífico Norte.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
pluteos1.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

A larva da bolacha-do-mar Clypeaster subdepressus nada livre na água por algumas semanas até se metamorfosear, transformando-se numa pequena bolacha e passando a viver sobre a areia do fundo.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Echinodermata e Cnidaria

acima de 100mm

O lírio-do-mar Florometra serratissima sobre a gorgônia Thouarella superba, dois típicos representantes de águas profundas.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
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Filo Platyhelminthes

0,1mm - 1mm

Musculatura da larva de um "verme chato". Os adultos vivem associados a invertebrados sésseis, enquanto suas larvas são liberadas na coluna d'água. Exemplar cortesia de Henrike Semmler.

foto: Chris Schoff e Bruno C. Vellutini Microscopia confocal Friday Harbor, Washington, EUA.
monocoryne1.jpg

Filo Cnidaria

10mm - 100mm

Parentes dos corais e águas-vivas, os pequenos pólipos de Monocoryne se destacam na paisagem do fundo oceânico, repleta de pequenos e coloridos seres.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
pelagosfera.jpg

Filo Sipuncula

0,1mm - 1mm

Denominadas pelagosferas, as larvas de sipuncúlidos são transparentes e nadam livres na água por até seis antes de se transformarem no adulto, que tem aspecto vermiforme e vive enterrado na areia ou lodo.

foto: Alvaro E. Migotto Estereomicroscópio in vivo Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
lytechinus.jpg

Filo Echinodermata

acima de 100mm

Detalhe da superfície do corpo do ouriço-do-mar Lytechinus variegatus. As estruturas brancas entre os espinhos verdes são chamadas de pedicelárias. Elas ajudam a manter o corpo limpo de detritos e impedem que pequenos organismos se alojem entre os espinhos.

foto: Alvaro E. Migotto Estereomicroscópio in vivo Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
tornaria3D1.jpg

Filo Hemichordata

0,1mm - 1mm

Reconstrução da larva tornária onde é possível identificar algumas estruturas internas, como seu trato digestório. Utilize os óculos para visualizar em 3D.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
ciliado.jpg

Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

O microorganismo Hemigastrostyla sp. é um predador de bactérias, locomovendo-se entre os grãos de areia por meio de feixes de cílios, que funcionam como minúsculas patas.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
clypeflat.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

Larva de bolacha-do-mar vista de frente. Esta imagem é uma reconstrução criada a partir de 120 fotos tiradas da larva viva no microscópio.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
clypeplu.jpg

Filo Echinodermata

0,1mm - 1mm

Detalhe dos braços da larva da bolacha-do-mar Clypeaster subdepressus. O batimento dos numerosos cílios presentes nestes braços realiza a captura de alimento, partículas diminutas de matéria orgânica e microorganismos.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
tornaria3D2.jpg

Filo Hemichordata

0,1mm - 1mm

Reconstrução da larva. Utilize os óculos para visualizar em 3D.

foto: Bruno C. Vellutini Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
tinti2.jpg

Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

O microorganismo ciliado Tintinnopsis tocantinensis é muito comum nas águas de São Sebastião, SP. Ele se protege construindo um abrigo (lórica) formado de peças aglutinadas.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia Eletrônica de Varredura Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
rockfish.jpg

Filo Chordata, Cnidaria e Porifera

acima de 100mm

Peixe "Rockfish" (Sebastes sp.) entre colônias de pólipos e esponjas.

foto: Alberto Lindner Submersível Ilhas Aleutas, Alasca, EUA.
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Filo Dinoflagelata

0,001mm - 0,1mm

Balechina coerulea se destaca dos demais organismos do plâncton pela pigmentação exuberante, que em muitos microorganismos é utilizada como meio de defesa contra predadores.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
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Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

Frontonia sp. é um microorganismo muito ativo que se alimenta de algas microscópicas.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
stylaster.jpg

Filo Cnidaria

acima de 100mm

Coral da espécie Stylaster venustus, recém-coletado ao largo do estado norte-americano de Washington.

foto: Alberto Lindner Macrofotografia em aquário Estado de Washington, EUA.
vorti2.jpg

Filo Ciliophora

0,001mm - 0,1mm

O microorganismo Vorticella oceanica possui pedúnculos retráteis e vive em comunidade associado a algas microscópicas. Muito freqüente nas águas costeiras de São Sebastião, SP.

foto: Inácio D. da Silva Neto Microscopia de luz Canal de São Sebastião, São Sebastião, SP.
carybdea.jpg

Filo Cnidaria

acima de 100mm

Embora não esteja entre as mais perigosas, a medusa Carybdea rastoni pode causar queimaduras dolorosas. Seu corpo hidrodinâmico e o nadar vigoroso são contudo fascinantes.

foto: Alvaro E. Migotto Macrofotografia em aquário Shirahama, Japão.

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Medusa Lula Coral Dinoflagelado Ctenóforo Pelagosfera Medusa Pluteos sob luz polarizada Medusa Crustáceo Larva de planária Poliqueta Bolacha do mar jovem Protozoário Medusa

Fotógrafos

Alberto Lindner é professor adjunto do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina.

Alvaro E. Migotto é docente do CEBIMar e professor associado da Universidade de São Paulo.

Bruno C. Vellutini é biólogo e mestre em zoologia pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.

Inácio D. da Silva Neto é professor associado do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-doutorando do CEBIMar.

Realização

  • Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo

Apoio

  • Fundo de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo
  • Secretaria de Cultura e Turismo de São Sebastião
  • Estação Ciência
  • Fundação Oswaldo Cruz
  • Museu da Vida

Agradecimentos

Funcionários do CEBIMar-USP, em especial ao Joseph Sebroeck, Joseilto de Oliveira, Eduardo Honuma e Elso da Silva, pela coleta dos organismos retratados, à Virgínia Castilho, Lenise Raplavschi, Simone Galante, Cleide da Silva e Elaine Galhardo, pelo auxílio na organização da mostra, e ao Leandro Manzoni, Laura Branco, Mariana Capparelli, Talita Ramos, Fernanda Laurindo e Rodrigo pelo trabalho voluntário como monitores da mostra de São Sebastião.

Ao Michel Sitnik pela divulgação e ao Francisco Medeiros pela organizacao e montagem da exposição na Estação Ciência em São Paulo.

A Dra. Debora O. Pires e ao Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, pelo empréstimo de exemplares e a Eloisa Souza e equipe da Fundação Oswaldo Cruz, pela montagem e organização da exposição no Museu da Vida, Rio de Janeiro

Imagens estereoscópicas criadas com o ImageJ.