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Entendendo a claustrofobia

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Estilo de vida saudável

 

Por João Vitor Oliveira
O Grito, de Edvard Munch

O Grito, de Edvard Munch

Saúde

Supervisor do programa de ansiedade do IPq explica o que é, causas, consequências e como tratar este transtorno ansioso

Erra quem diz que o medo é o maior inimigo do homem. Trata-se de um sentimento saudável, de defesa e autopreservação, manifestado pelo ser humano diante de uma situação de perigo real ou imaginário. Quando, no entanto, se torna exagerado e irracional, pode trazer problemas. É aí que passa a ser chamado de fobia.

Das fobias específicas – de barata, de cobras, de altura, entre outras – a claustrofobia é das mais comuns. “Entre 20% e 25% da população mundial possui alguma fobia”, explica Luiz Vicente Figueira de Mello, supervisor do programa de ansiedade do IPq. “A claustrofobia e a agorafobia, como se superpõem, chegam a atingir de 4% a 5% das pessoas.” O profissinal faz a ressalva porque a diferenciação entre os dois conceitos é muito tênue e costuma pro