Entrevista com Paulo César Diniz – Museu do Futebol

Entrevista com Paulo César Diniz, carioca que estava visitando o Museu do Futebol pela primeira vez com sua família.

Por Stella Colacique
Qual foi a parte que você mais gostou do museu? O que mais te interessou?

Eu gostei de tudo. Eu já venho de futebol há muito tempo, eu fui jogador de futebol, mas amador. Joguei futebol de praia, futebol de salão, antigamente era o de salão. A minha idade já não me permite mais, passei dos 65 fica difícil (risos). Mas eu gostei de tudo, to gostando de tudo

 

Você chegou a ver a parte dos rádios, da narração dos gols?

Vi sim, Waldir Amaral, Jorge Curi… Me lembrou muito os gols aqui. Botamos ali pra ouvir também o Luciano do Valle. A gente relembra muita coisa aqui… da minha época, de tempos que eu não era nem nascido. Época de 80, Copa do Mundo de 70….

 

Você tem alguma memória marcante do futebol? Aquele primeiro gol marcante?

Primeiro gol eu não me lembro muito bem não, mas eu me lembro do Maracanã, eu ia muito no Maracanã. Fla-Flu é maravilhoso, inesquecível. Para mim é o maior jogo do mundo, é o grande clássico brasileiro.

O que é muito chato hoje é que a gente vai no estádio e não consegue ver o jogo sentado, todo mundo fica em pé. Quer dizer, não é legal para a gente que é idoso, tem problema de perna, não é legal.

 

Você tá ansioso para a Copa América ano que vem? A abertura é no Maracanã, você acha que o Brasil tem chance dessa vez?

Sim, sim. O Brasil tem sempre chance. O Brasil é um grande time, é uma grande seleção. Sempre é o favorito e fica ali “na beirinha”, bem pertinho de conseguir.

(Ao final da entrevista, Paulo César, muito simpático, concordou em tirar uma foto comigo, que eu posto aqui como lembrança).