O crescimento da cidade industrial (1929-1945)

 

·         Consolidação da região como centro industrial importante

·         Crescimento da indústria e aumento dos serviços

·         O Centro deixa de ser residencial e começa a se verticalizar

 

1920

A Lei 2.332 estabelece o “Padrão  Municipal” na Zona central, definindo que a altura dos edifícios poderia variar de 2 a 3 vezes a largura da rua, nas demais zonas só poderia chegar a 1,5 vezes

1929

Edifício Martinelli – 25 andares. A Lei 3.427/29 (Código de Obras “Arthur Sabóia”) mantém o Padrão Municipal, mas permite exceções, estimulando a verticalização do Centro Velho (80 metros de altura) e restringindo no Centro Novo (50 metros)

1930s

Anhaia Mello x Prestes Maia

 

 

 

Anhaia Mello – defensor do zoneamento pois salvaguarda os direitos dos proprietários, garantindo contra vizinhos desvalorizadores e controlador da verticalização

 

Zoning segundo Anhaia Mello.

Fonte: Feldman, 1997

Prestes Maia - propõe um modelo radio-concêntrico  para a cidade no seu Plano de Avenidas, limitando o zoneamento a poucas áreas da cidade, e promovendo a expansão periférica

 

Esquema teórico do Plano de Avenidas.

Fonte: Prestes Maia, 1930.

1942

Lei do Inquilinato congela aluguéis, diminuindo a produção de casas de aluguel, ocasionando a expansão periférica