· Consolidação da região como centro industrial importante
· Crescimento da indústria e aumento dos serviços
· O Centro deixa de ser residencial e começa a se verticalizar
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A Lei 2.332 estabelece o “Padrão Municipal” na Zona central, definindo que a altura dos edifícios poderia variar de 2 a 3 vezes a largura da rua, nas demais zonas só poderia chegar a 1,5 vezes |
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1929 |
Edifício Martinelli – 25 andares. A Lei 3.427/29 (Código de Obras “Arthur Sabóia”) mantém o Padrão Municipal, mas permite exceções, estimulando a verticalização do Centro Velho (80 metros de altura) e restringindo no Centro Novo (50 metros) |
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1930s |
Anhaia Mello x Prestes Maia |
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Anhaia Mello – defensor do zoneamento pois salvaguarda os direitos dos proprietários, garantindo contra vizinhos desvalorizadores e controlador da verticalização Zoning segundo Anhaia Mello. Fonte: Feldman, 1997 |
Prestes Maia - propõe um modelo
radio-concêntrico para a cidade no seu Plano de Avenidas, limitando
o zoneamento a poucas áreas da cidade, e promovendo a expansão periférica Esquema teórico do Plano de Avenidas. Fonte:
Prestes Maia, 1930. |
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1942 |
Lei do Inquilinato congela aluguéis, diminuindo a produção de casas de aluguel, ocasionando a expansão periférica |
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