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	<title>Sala de Imprensa &#187; mar</title>
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	<description>USP - Universidade de São Paulo</description>
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		<title>Curso “Noções de Oceanografia” do IO leva conhecimento dos mares ao público em geral</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 10:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eliete Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog da USP]]></category>
		<category><![CDATA[IO]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[oceanografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 24 anos é realizado o curso de difusão "Noções de Oceanografia", oferecido pelo Instituto Oceanográfico (IO) da USP. Neste período, ocorreram 48 edições em São Paulo. E, desde 2014, passou a ser oferecido em Santos, completando, em 2016, um total de três edições. Em 2017, o curso "Noções de Oceanografia" terá três edições. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>As atividades atraem diversos públicos, aqueles que desejam entender como funciona a Oceanografia, os que têm a intenção de prestar um vestibular na área, os profissionais de áreas afins que buscam se aprofundar ou se especializar nas Ciências do Mar, ou mesmo aqueles que sempre tiveram um fascínio pelo tema</em></p></blockquote>
<div id="attachment_62514" style="width: 392px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/nocoes_cananeia2.jpeg" rel="lightbox[62513]"><img class="  wp-image-62514" src="http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/nocoes_cananeia2-1024x695.jpeg" alt="nocoes_cananeia2" width="382" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">O chefe do Museu Oceanográfico, Sérgio Teixeira de Castro, durante aula teórica</p></div>
<p>Há 24 anos é realizado o curso de difusão &#8220;Noções de Oceanografia&#8221;, oferecido pelo Instituto Oceanográfico (IO) da USP. Neste período, ocorreram 48 edições em São Paulo. E, desde 2014, passou a ser oferecido em Santos, completando, em 2016, um total de três edições.</p>
<p>Atualmente, são oferecidas 240 vagas, abertas ao público em geral, tendo como pré-requisito o Ensino Médio. O objetivo é divulgar a oceanografia, seus estudos e as técnicas utilizadas. São abordados aspectos referentes às correntes oceânicas, a poluição no mar, as características do fundo marinho, a coleta de dados oceanográficos, composição química da água do mar e mamíferos marinhos, etc.</p>
<p>O professor do IO e coordenador do curso de difusão, Joseph Harari, comenta que a atividade atrai diversos públicos, como os professores do Ensino Médio, que querem se especializar e se atualizar; os profissionais envolvidos em assuntos de mar, como os guias de turismo e mergulhadores; e os interessados em obter mais conhecimento sobre a oceanografia em geral. <u><br />
</u><br />
As aulas teóricas tem duração de cerca de dois meses, sendo ministradas aos domingos e sem nenhum custo ao aluno. Os alunos são oriundos de diversas regiões da cidade de São Paulo e outras cidades do Estado, como Sorocaba, Campinas e Guaratinguetá. As atividades do curso incluem também visitas monitoradas às dependências do Museu Oceanográfico do IO – localizado na Cidade Universitária, em São Paulo.</p>
<p>Harari destaca a importante participação do Museu Oceanográfico nesse trabalho de difusão, organizando desde visitas ao museu à realização de excursões ecológicas, além da integração do curso com uma disciplina da Pós-Graduação do IO – nomeada “Preparação Pedagógica em Oceanografia”.</p>
<p>Outra parte das atividades são as viagens de estudos a uma das Bases de Pesquisa do IO, em Ubatuba ou Cananéia, no litoral do Estado de São Paulo, nas quais serão realizadas palestras e atividades práticas – essa atividade é opcional, pois envolve pagamento pelos alunos, de taxa referente a transporte, alimentação e hospedagem.</p>
<div id="attachment_62515" style="width: 411px" class="wp-caption alignright"><img class="  wp-image-62515" src="http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/Base-de-Pesquisa-Dr.-João-de-Paiva-Carvalho-do-IO-em-Cananéia-1024x683.jpg" alt="Base de Pesquisa Dr. João de Paiva Carvalho do IO, em Cananéia" width="401" height="267" /><p class="wp-caption-text">Base de Pesquisa “Dr. João de Paiva Carvalho” do IO, em Cananéia</p></div>
<p>“A grande importância da viagem de campo está na experiência única e especial que o aluno do curso tem em vivenciar o que ele aprendeu na teoria, e se sentir, mesmo que por alguns instantes, um profissional da área da oceanografia, tendo acesso a toda infraestrutura de uma base de apoio ao ensino e pesquisa que o IO oferece, como embarcações, instrumentos, laboratórios etc.”, explica o chefe do Museu Oceanográfico, Sérgio Teixeira de Castro.<br />
<strong><br />
Próximas edições<br />
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Em 2017, o curso &#8220;Noções de Oceanografia&#8221; terá três edições. A primeira de 7 de maio a 16 de julho, com inscrição de 3 a 20 de abril; a segunda de 8 de agosto a 26 de setembro, com inscrição de 3 a 28 de julho; e, a última de 17 de setembro a 3 de dezembro, com inscrição de 7 a 25 de agosto.</p>
<p>Tanto a primeira quanto a terceira edição oferecem 240 vagas e serão realizadas no IO, dentro da Cidade Universitária, em São Paulo. A segunda edição acontecerá no Centro de Treinamento da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), em Santos, oferecendo 100 vagas. As matrículas devem ser feitas somente pelo Sistema <a href="https://uspdigital.usp.br/apolo/apoExtensaoCurso?codmnu=1444" target="_blank">Apolo</a> da USP e é realizada pela ordem de inscrição até acabarem as vagas.</p>
<p>Mais informações sobre o curso pelo telefone (11) 3091-6555 ou por <em>e-mail</em> <a href="javascript:DeCryptX('1d2e0e1y2/0i2q1A1v3v1q200b0r')">&#99;&#99;e&#120;&#45;io&#64;&#117;&#115;&#112;&#46;&#98;r</a>.</p>
<p><strong>Cananéia<br />
</strong><br />
A última viagem de campo à Cananéia, realizada no início de novembro de 2016, contou com 24 alunos, dois estagiários do museu, dois funcionários e três monitores, além da equipe responsável pelas embarcações e também pela base, que cuidava da preparação do café da manhã, almoço e jantar. Considerada o primeiro povoado do Brasil, Cananéia está localizada na maior reserva de Mata Atlântica brasileira, possuindo uma rica biodiversidade. A região é um dos maiores berçários de vida marinha do planeta, com vários rios, lagoas e baías – uma grande variedade de ecossistemas que atrai muitos pesquisadores, professores e estudantes.</p>
<p>A Base de Pesquisa “Dr. João de Paiva Carvalho” possui infraestrutura para atividades acadêmicas e de pesquisa, contando com alojamentos, refeitório, salas de aula, laboratórios, oficinas, estação maregráfica, estação meteorológica, meios flutuantes como a embarcação “Albacora” e outros barcos de apoio.</p>
<div id="attachment_62516" style="width: 440px" class="wp-caption alignleft"><img class="  wp-image-62516" src="http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/Embarcação-Albacora-navegando-com-os-alunos-1024x714.jpg" alt="Embarcação Albacora navegando com os alunos" width="430" height="300" /><p class="wp-caption-text">Embarcação Albacora navegando com os alunos</p></div>
<p>Ao chegarem à base, os alunos tiveram uma apresentação sobre a região de Cananéia. Depois, houve a introdução da história da cidade e das características do manguezal. Terminada a aula, todos puderam conhecer o centro histórico. Os trabalhos práticos começavam cedinho. Os alunos foram divididos em três grupos: estação oceanográfica, ecossistema manguezal e laboratório da base. Durante os três dias, os grupos revezaram nas três atividades que, embora diferentes, se complementavam.</p>
<p>Os alunos fizeram várias atividades na estação oceanográfica. Manipularam o disco de secchi – mede a transparência da água; a garrafa de nansen – coleta água para medir a salinidade, temperatura, oxigênio dissolvido; o termômetro de reversão – mede a temperatura; o correntômetro – calcula a direção e a intensidade das correntes marinhas; a garrafa de deriva – traça correntes oceânicas; o termosalinômetro – mede temperatura e a condutividade da água do mar; a rede de plâncton – filtra os organismos planctônicos da água; a rede de arrasto – coleta organismos que vivem no fundo do água e o pegador de fundo – retém o sedimento, obtendo dados como o número de indivíduos por área. Os alunos foram também à cabine de comando do barco e conheceram equipamentos como a bússola de visada e a ecossonda, para determinar a profundidade e observar o relevo submarino.</p>
<p>Na atividade laboratorial, os alunos tiveram a oportunidade de ver diversos organismos coletados na região. Em um tanque fora do laboratório havia estrela-do-mar, bolacha-do-mar, siri, camarão, peixe linguado etc. Nos aquários do laboratório, eles também puderam ver: ermitão, anêmona, camarão e os peixes linguado, bagre, morcego, michole, palambeta baiacu liso e baiacu de espinho.</p>
<p><em>(Com informações e fotos do IO)</em></p>
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