
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Sala de Imprensa &#187; núcleos de pesquisa</title>
	<atom:link href="http://www.usp.br/imprensa/?feed=rss2&#038;tag=nucleos-de-pesquisa" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.usp.br/imprensa</link>
	<description>USP - Universidade de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 May 2018 13:19:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>FEA recebe cientista-chefe do Ministério da Economia de Israel para palestra sobre inovação</title>
		<link>http://www.usp.br/imprensa/?p=34633</link>
		<comments>http://www.usp.br/imprensa/?p=34633#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2013 02:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eliete Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog da USP]]></category>
		<category><![CDATA[FEA]]></category>
		<category><![CDATA[naps]]></category>
		<category><![CDATA[núcleos de pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.usp.br/imprensa/?p=34633</guid>
		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, dia 6 de novembro, às 11h30, a FEA recebe o cientista-chefe do Ministério da Economia de Israel, Avi Hasson, para ministrar a palestra “Inovação e desenvolvimento tecnológico como caminho para o crescimento econômico e fortalecimento de uma sociedade”. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, dia 6 de novembro, às 11h30, a Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da USP recebe o cientista-chefe do Ministério da Economia de Israel, Avi Hasson, para ministrar a palestra <em>“</em>Inovação e desenvolvimento tecnológico como caminho para o crescimento econômico e fortalecimento de uma sociedade”.<br />
<em><br />
</em>Esta atividade é promovida pelo Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT), como parte da edição internacional dos Seminários do Núcleo, com a co-organização da Missão Econômica de Israel no Brasil e com o apoio da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) e da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC)<em>.<br />
</em><br />
O PGT é um dos Núcleos de Pesquisa (NAPs) da Universidade, sediado na FEA, com atuação na área de pesquisas em gestão de tecnologia e da inovação.</p>
<p>A palestra acontece na sala da Congregação da FEA, que está localizada na Av. Prof Luciano Gualberto, 908 – Cidade Universitária, São Paulo.</p>
<p>O evento é gratuito, mas há necessidade de inscrição prévia que pode ser feita até hoje, dia 5 de novembro, com Sonia Vitorino através do e-mail: <a href="javascript:DeCryptX('3q0p0g2e0t1v2u2r3C0u0s2r0.0b0r')">&#110;p&#103;c&#116;&#117;&#115;p&#64;us&#112;.&#98;&#114;</a></p>
<p>Mais informações pelo telefone: (11) 3818-4011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.usp.br/imprensa/?feed=rss2&#038;p=34633</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revista Pesquisa Fapesp: Um país, dois modelos</title>
		<link>http://www.usp.br/imprensa/?p=25237</link>
		<comments>http://www.usp.br/imprensa/?p=25237#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2012 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Cruz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog da USP]]></category>
		<category><![CDATA[apoio à pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[núcleos de pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.usp.br/imprensa/?p=25237</guid>
		<description><![CDATA[Matéria publicada na Revista Pesquisa Fapesp, de setembro de 2012, mostra que dispêndios estaduais em pesquisa e desenvolvimento revelam fosso entre São Paulo e as outras unidades da federação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p id="the_excerpt">Dispêndios estaduais em pesquisa e desenvolvimento revelam fosso entre São Paulo e as outras unidades da federação</p>
</blockquote>
<p><a rel="none" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-1.jpg" target="_blank" rel="lightbox[25237]"><img class="alignleft" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-1.jpg" alt="" width="290" height="263" /></a></p>
<p>Os  investimentos dos estados brasileiros em pesquisa e desenvolvimento  (P&amp;D) cresceram nos últimos anos, mas persiste um forte contraste  entre a realidade de São Paulo, que ostenta um constante e significativo  volume de dispêndios em P&amp;D em suas três universidades estaduais, e  as demais unidades da federação, com sistemas universitários menos  desenvolvidos sustentados por investimentos ainda modestos.</p>
<p>Um  levantamento divulgado pelos Indicadores Nacionais de Ciência e  Tecnologia, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é  revelador desse fosso. A compilação de dados comparou os dispêndios em  P&amp;D de instituições estaduais de ensino superior. Dos R$ 4,5 bilhões  investidos pelo conjunto de estados brasileiros em 2010, São Paulo  respondeu por quase R$ 3,9 bilhões, ou 86% do total.</p>
<p>“São Paulo é um  estado que investe muito em ciência e tecnologia quando comparado com o  restante do país”, observa Marco Antonio Zago, pró-reitor de Pesquisa da  Universidade de São Paulo (USP). “Isso é resultado de uma política de  estado que teve início há muito tempo, e não da estratégia de um  governador”, afirma. Em segundo lugar no levantamento aparece o Rio de  Janeiro, com dispêndios estaduais em P&amp;D das instituições de ensino  superior na casa dos R$ 208 milhões em 2010, seguido pelo Paraná (R$ 183  milhões), Bahia (R$ 68 milhões) e Santa Catarina (R$ 46,9 milhões).</p>
<p>Um total de 9,57% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e  Serviços (ICMS) arrecadado em São Paulo é destinado para a manutenção  das três universidades estaduais e se distribui de acordo com o tamanho  de cada uma das instituições, sendo 2,344% para a Universidade Estadual  Paulista (Unesp), 2,195% para a Universidade Estadual de Campinas  (Unicamp) e 5,029% para a USP.</p>
<p>“Esses recursos, gerenciados de forma  autônoma, garantiram uma base muito forte para as universidades  estaduais, propiciando laboratórios de qualidade, docentes em regime de  dedicação exclusiva e técnicos de pesquisa”, afirma Zago, que faz uma  ressalva: “Embora essa distribuição seja feita segundo o tamanho da  instituição e não de forma competitiva, os recursos da FAPESP,  investidos em projetos de pesquisa e bolsas, cumprem essa finalidade. Os  pesquisadores têm de submeter projetos e são avaliados. E os projetos  de qualidade é que são contemplados”, afirma o pró-reitor. Em 2010, o  desembolso da FAPESP com bolsas e apoio à pesquisa foi de R$ 780  milhões, pouco mais de R$ 100 milhões superior ao patamar de 2009.</p>
<p>A USP, que é a universidade latino-americana mais bem colocada em <em>rankings</em> internacionais, respondeu sozinha por quase a metade de todos os  recursos investidos em P&amp;D nos sistemas universitários estaduais, de  acordo com os Indicadores do MCTI. Foram R$ 2,2 bilhões em 2010. Já a  Unicamp alcançou R$ 1 bilhão, enquanto a Unesp recebeu R$ 655 milhões.</p>
<p>A  Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto aparece na tabela do  MCTI com R$ 7,7 milhões aplicados em 2010. A metodologia adotada pelo  MCTI abrange os gastos com pós-graduação, atividade das universidades  identificada com pesquisa. O cálculo é feito relacionando-se os recursos  executados pelas instituições com o número de docentes envolvidos com  pós-graduação.</p>
<p>Despesas com ensino, técnicos, manutenção de instalações e  aposentadorias ficaram fora da conta do ministério, pois não são  consideradas dispêndios em P&amp;D. Pesquisa e desenvolvimento, na  definição da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico  (OCDE), é a categoria “que se refere ao trabalho criativo realizado de  forma sistemática com o objetivo de aumentar o estoque de conhecimento e  usá-lo para desenvolver novas aplicações”. Os dispêndios em P&amp;D são  a parcela dos recursos investidos em ciência e tecnologia que, por meio  da pesquisa básica e aplicada, ajuda a capacitar os países para a  inovação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div><strong><a rel="lightbox[17297]" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-2.jpg"><img class="alignright" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-2.jpg" alt="" width="290" height="121" /></a></strong></div>
<p><strong>Continuidade</strong></p>
<p>A pró-reitora de Pesquisa da Unesp, Maria José Giannini, observa que uma  das vantagens do modelo de São Paulo é a sua garantia de continuidade.  “Evidentemente há muitos pesquisadores altamente competentes em  universidades federais, mas é comum que o trabalho deles seja impactado  pelo contingenciamento de verbas para a pesquisa. Nas universidades  estaduais paulistas nós temos amplas condições de estimular os  pesquisadores a apresentarem projetos e buscarem recursos, pois a FAPESP  sempre prestigia quem tem mérito”, diz ela.</p>
<p>Segundo dados da Unesp, nos  últimos quatro anos o número de projetos regulares e temáticos  aprovados na FAPESP dobrou em relação ao quadriênio anterior. O total de  recursos captados pela Unesp em 2011 foi de R$ 151 milhões, diante de  R$ 70 milhões em 2007. No caso da Financiadora de Estudos e Projetos  (Finep), o aumento na captação de recursos foi de 230% no quadriênio.</p>
<p>Ronaldo Pilli, pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, enfatiza que as  universidades estaduais paulistas têm cumprido um papel importante ao  fornecer quadros para o desenvolvimento do país. “Não causa surpresa que  os números mostrem uma predominância de investimentos em São Paulo. Mas  seria bem-vindo que as empresas ampliassem sua participação no setor de  pesquisa e desenvolvimento, pois uma base de recursos humanos nós temos  a oferecer”, afirma.</p>
<p>Ainda assim, São Paulo é um caso único de estado brasileiro em que o  investimento em P&amp;D das empresas supera os investimentos públicos  (62% do total, de acordo com os <em>Indicadores de ciência, tecnologia e inovação em São Paulo</em>,  publicado em 2011 pela FAPESP). Da mesma forma, o dispêndio público  estadual em P&amp;D em São Paulo, de R$ 3,7 bilhões em 2008, supera o do  governo federal no estado (R$ 2 bilhões). Essa composição é bem  diferente da observada no Brasil, em que os investimentos federais em  P&amp;D  são majoritários.</p>
<div><a rel="lightbox[17297]" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-3.jpg"><img class="alignleft" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-3.jpg" alt="" width="290" height="228" /></a>No  caso da Unicamp, Pilli destaca o papel da FAPESP, responsável por 40%  dos recursos para a pesquisa captados pela universidade. “Aumentamos a  captação de recursos para pesquisa de R$ 220 milhões em 2007 para R$ 350  milhões em 2011. Os recursos da Fundação cresceram de R$ 80 milhões em  2007 para R$ 131 milhões no ano passado. No mesmo período, os recursos  do CNPq foram reduzidos e os da Capes cresceram de R$ 52 milhões para R$  61 milhões”, afirma.</div>
<p>A predominância do investimento paulista não ofusca o fato de que  vários estados ampliaram seus investimentos em ciência e tecnologia num  passado recente. Em 2008 o Rio de Janeiro ampliou para 2% o quinhão da  arrecadação de impostos destinado ao orçamento da Fundação Estadual de  Amparo à Pesquisa, a Faperj. “Com isso, e também graças ao aumento da  arrecadação do estado, o orçamento da Faperj saltou de R$ 100 milhões  para R$ 300 milhões”, diz o secretário estadual de Ciência e Tecnologia,  Luiz Edmundo Costa Leite.</p>
<p>Segundo o levantamento do MCTI, os dispêndios  em P&amp;D do governo do Rio em suas duas universidades, a Universidade  Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e a Universidade do Estado do Rio  de Janeiro (Uerj), foram de R$ 208 milhões em 2010, mais do que o dobro  do que os R$ 100 milhões contabilizados em 2005.</p>
<p>A Uerj se destaca, com  dois terços dos dispêndios em 2010. O número de docentes da Uerj, cerca  de 1.800, chega perto do contingente de professores da Unicamp, ainda  que o número de alunos de pós-graduação (2.800) seja uma décima parte do  registrado na universidade paulista. “Com o aumento da arrecadação do  estado, houve um esforço para recuperar a capacidade das universidades  estaduais”, diz Leite.</p>
<p><strong>Articulação</strong></p>
<p>A maioria das universidades públicas do Rio de Janeiro é federal, como a  Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Federal Fluminense (UFF), a Federal  Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Federal do Estado do Rio (Unirio).  “Mas as federais e as estaduais atuam articuladas. E a Faperj investe  boa parte de seus recursos em projetos das universidades federais. Temos  apenas um edital, voltado para equipar laboratórios, que é aberto  apenas para as estaduais”, diz o secretário.</p>
<p>Ele afirma que uma  circunstância histórica moldou o sistema universitário fluminense da  forma como ele é conhecido. “O Rio de Janeiro foi a capital do país por  200 anos e várias universidades foram criadas pelo governo federal.  Outras instituições de pesquisa de grande tradição também surgiram no  Rio, como a Fundação Oswaldo Cruz. Já em São Paulo, o crescimento do  sistema de pesquisa dependeu de um esforço do estado e, com seu  crescimento econômico, as universidades estaduais se consolidaram”,  compara.</p>
<div><a rel="lightbox[17297]" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-4.jpg"><img class="alignright" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/09/034-037_dispendios_199-4.jpg" alt="" width="290" height="226" /></a>Minas  Gerais tem uma trajetória parecida com a do Rio. Em 2010, o estado  investiu R$ 10,2 milhões em pesquisa e desenvolvimento em duas  instituições, a Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg) e a  Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). O montante, embora  ainda modesto, mais do que triplicou em relação aos R$ 2,9 milhões  contabilizados em 2007, o primeiro ano com registro de investimentos  segundo o MCTI.</p>
<p>O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino  Superior de Minas Gerais, Narcio Rodrigues, explica que esse crescimento  é fruto da decisão, tomada em 2007, de fazer valer a regra legal de  investir 1% da arrecadação tributária em ciência, por meio da Fundação  de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais.</p>
<p>“Nossa estratégia tem sido a de  garantir que não haja retrocesso no cumprimento dessa norma e de  alavancar os recursos fazendo parcerias com o governo federal e a  iniciativa privada, que participam com contrapartidas”, afirma  Rodrigues. Ele explica que as universidades estaduais são apenas duas  porque, no passado, a tarefa de promover o sistema universitário mineiro  foi abraçada pelo governo federal. “Nosso sistema tem 14 instituições  de ensino superior, sendo 12 federais, mas funcionamos como um sistema  articulado”, diz. A maior delas é a Universidade Federal de Minas Gerais  (UFMG).</p>
<p>“Nossas universidades têm forte atuação no desenvolvimento  regional. A Unimontes, que é a principal instituição estadual, é  bastante ativa na região mais pobre de Minas Gerais. Esse sistema  regionalizado é importante para o desenvolvimento do estado, mas, claro,  o ideal seria mesclá-lo com o vigente em São Paulo, onde o governo  estadual abraçou a missão de promover a educação superior e consolidou  instituições de peso nacional”, diz Narcio Rodrigues.</p>
<p><em>(Revista Pesquisa Fapesp, setembro de 2012)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.usp.br/imprensa/?feed=rss2&#038;p=25237</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
