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Blog da USP - 06/03/2012 - Imprimir Imprimir

Esclarecimento sobre reforma do prédio das Bibliotecas da Faculdade de Direito

A Superintendência de Espaço Físico da Universidade esclarece que, em 2009, a pedido do então diretor da Faculdade (atual reitor da Universidade), o governador José Serra desapropriou prédio de dez andares, situado na Rua Senador Feijó n° 197, para, como Anexo IV da Faculdade de Direito (FD), receber a instalação das Bibliotecas dos Departamentos, que ocupavam, desde a década de 1970, as salas fronteiriças e laterais do 2° andar do prédio principal, que antes serviam de salas de aula.

Nos últimos dias de 2009, a Universidade recebeu a posse dos quatro primeiros andares, que foram imediatamente reformados, para receber as Bibliotecas.

Assim, antes do término do mandato do último diretor, que coincidiu com a posse na Reitoria, estavam disponíveis e reformados os andares até o 4º. A posse do 5º ao 9º andar foi dada à Universidade, que o repassou imediatamente à Faculdade, em fevereiro de 2010.

Em 6 de julho de 2011, por solicitação da própria Faculdade de Direito, foi aberto processo (nº 2011.1.899.2.2), junto à Superintendência de Espaço Físico da Universidade, para a reforma desses andares (5º ao 9º), a ser feita com recursos do Orçamento da USP.

A pedido da Faculdade, o projeto de reformulação desses andares deveria seguir o mesmo modelo empregado nos andares já reformados, pois trata-se de um prédio antigo, no qual não é possível realizar grandes intervenções arquitetônicas. A Superintendência desenvolveu o projeto, que foi aprovado pela FD. Assim, a licitação foi feita e a empresa vencedora aguarda a ordem de serviço para o início da obra de adequação dos andares a exemplo de procedimento anterior realizado. Ainda não estão considerados o andar térreo e a acessibilidade por meio de elevador.

Caso a FD mude de ideia e resolva realizar concurso para novo projeto, isso acarretará desperdício de dinheiro público já investido (da ordem de R$ 300 mil) e, portanto, maior tempo para que o prédio receba as benfeitorias necessárias. Também será preciso resolver, se esse for o caso, a questão da empresa que ganhou o processo licitatório.

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