[Confira a edição no http://www.usp.br/rbtcc/index.php/RBTCC]

EDITORIAL

Atualizações do processamento editorial

Neste momento da publicação do V20N2, temos a feliz satisfação de comunicar três mudanças recentes que, ao nosso ver, são fundamentais para a atualização editorial da revista.

Primeiramente, muito nos alegra informar que a revista ganhou nova atualização do sistema eletrônico. Nosso Open Journal Systems (OJS) foi recentemente atualizado para a versão 3, mais moderna e funcional.

Aproveitamos o ensejo do upgrade para também mudar a arte da revista, que ganhou nova logo e cores. Esperamos que as novas funcionalidades sejam facilmente notadas nos acessos às plataformas móvel e fixa.

Informamos orgulhosamente a segunda mudança: todos os artigos já publicados na RBTCC ganharam seus códigos DOI. O DOI, de Digital Object Identifier, é um código padrão que possibilita um link permanente de um documento digital publicado. Uma vez atribuído um DOI, não há a possibilidade de alteração, independentemente de possíveis mudanças na URL do site da revista. Assim, as versões dos artigos publicados em HTML e PDF serão sempre identificadas por um mesmo DOI. A aplicação do DOI definitivamente colocará a revista no rumo certo para a tão desejada internacionalização.

Por fim, a RBTCC passou a funcionar sob o sistema de processamento editorial conhecido como online first. Essa tem sido a forma com que muitas revistas trabalham em sintonia com os prazos editoriais rigorosos, a exemplo da renomada revista Animal Behavior. No sistema online first, o manuscrito é logo publicado online depois de recebidas as correções da prova, visando a agilizar a sua pontualidade. Esta é a primeira publicação oficial citável com o DOI, ainda que sem a sua paginação. Encerrado o período da edição, todos os artigos online first passam a compor a edição recém-fechada. Assim, depois de finalizada a edição, o artigo já pode ser citado pelo seu volume/número e paginação. Hoje os principais indexadores de periódicos científicos têm exigido pontualidade na publicação das edições, e a RBTCC não está insensível a essa exigência.

Com essas mudanças anunciadas, publicamos, portanto, o V20N2! Abrimos a edição com as pesquisas originais.

Daniely Pereira, Vanessa Camargo e Patricia Aoyama apresentam um estudo com o objetivo de identificar as variáveis que podem afetar a permanência de mulheres em relacionamentos abusivos.

Fabiane Pereira, Grauben Assis, Francisco Neto e Ana Verdu conduziram um estudo com o objetivo de verificar o número de exposições necessárias ao procedimento de Instrução com Múltiplos Exemplares (MEI) para a emergência do repertório de nomeação bidirecional em uma menina de 13 anos com implante coclear há 1 ano.

Letícia de Paula, Luiza Ferreira, Lorismário Simonassi e Thaíssa Pontes investigaram como os contextos, verbal (instrução) e não verbal (figuras), exerceram controle sobre as respostas verbais em um episódio verbal total. Participaram do estudo cinco universitários.

Dois artigos conceituais figuram nesta edição.

Patricia Moraes e Gabriel de Luca propõem uma análise teórica identificando e discutindo classes de comportamentos de um terapeuta analítico-comportamental ao intervir em comportamentos depressivos em contexto clínico.

Tatiana Haendel e Patrícia Alvarenga analisaram a tolerância ao atraso do reforçador como uma possível cunha comportamental precursora do autocontrole. Os autores utilizaram textos de Skinner e artigos de outros analistas do comportamento que discutem os construtos de autocontrole, desenvolvimento humano e cunha comportamental.

Apresentamos, também, uma interessante revisão sistemática de literatura envolvendo análise do comportamento e esporte.

Matheus Elias, Jonas Gamba e Silvia Souza realizaram uma revisão da literatura sobre intervenções com feedback em vídeo com o objetivo de caracterizar os atletas e o tipo de comportamento que vem sendo pesquisado.

Por último, Marisa Richartz, Marcia Gon e Robson Zazula apresentam um estudo de caso envolvendo a avaliação comportamental do repertório de uma adolescente com tricotilomania. Participaram do estudo uma adolescente e sua mãe.

É da nossa melhor expectativa que as mudanças implementadas a partir deste número tragam maior visibilidade e – por que não? – representatividade às pesquisas publicadas.

Paulo Abreu, Editor-Chefe

Pedro Faleiros 
Hernando Borges 
Fabiane Ferraz Silveira Fogaça
Olivia Gamarra 
Fernanda Oda
Editores Associados