Três faces da Psicoterapia Analítica Funcional: Uma ponte entre análise do comportamento e terceira onda

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Luc Vandenberghe

Resumo

A Psicoterapia Analítica Funcional possui uma história longa no Brasil. Apesar disso, suas bases teóricas às vezes são mal compreendidas. Diferentes modelos se cruzam em sua literatura. Primeiramente, um é baseado em cinco regras genéricas que podem caber, em princípio, também na prática de outras terapias comportamentais. Outro consiste em um protocolo de 12 pontos prescrevendo passo a passo a conduta do terapeuta, diferentemente das outras abordagens comportamentais. De acordo com o terceiro modelo, awareness, coragem e amor são os ingredientes ativos do tratamento. Enquanto o parentesco do primeiro modelo com as terapias analítico-comportamentais de matriz brasileira se mostra pelo seu embasamento behaviorista radical, o segundo possui um viés mais tecnicista, tendendo para definições mais topográficas das estratégias terapêuticas, e o terceiro se inscreve em uma lógica vivencial, compartilhada com a terapia de aceitação e compromisso e com a terapia dialética comportamental, entre outras terapias da terceira onda. Algumas implicações dessa pluralidade de olhares clínicos são discutidas no presente texto.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Vandenberghe, L. (2017). Três faces da Psicoterapia Analítica Funcional: Uma ponte entre análise do comportamento e terceira onda. Revista Brasileira De Terapia Comportamental E Cognitiva, 19(3), 206-219. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v19i3.1063
Seção
Artigos Conceituais