Protocolo comportamental de avaliação e intervenção precoces para bebês de risco autístico

Main Article Content

Paula Suzana Gioia
Cintia Guilhardi

Resumo

O diagnóstico do transtorno do espectro autista (TEA) é feito, comumente, a partir dos 3 anos de idade, retardando intervenções precoces. Há poucos trabalhos brasileiros voltados à identificação precoce de atipicidade relacionada ao TEA, especialmente dirigidos à população de risco. Este trabalho apresenta um protocolo comportamental de avaliação precoce de sinais de risco de autismo na população de irmãos de 7 a 36 meses de idade. O protocolo foi construído como um instrumento de avaliação de desempenho da criança no ambiente natural, composto de tarefas, realizadas na interação com o cuidador, que pretendem evocar comportamentos-alvo de interação social identificados na literatura como marcadores de risco. Os resultados iniciais referentes à identificação de sinais de atipicidade no desenvolvimento foram correspondentes às avaliações de especialistas.

Article Details

Como Citar
Gioia, P., & Guilhardi, C. (2018). Protocolo comportamental de avaliação e intervenção precoces para bebês de risco autístico. Revista Brasileira De Terapia Comportamental E Cognitiva, 20(3), 118-135. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v20i3.1221
Palavras-chave:
análise do comportamento, população de risco, avaliação precoce
Seção
Atualização