Classes funcionais e de equivalência em crianças diagnosticadas com autismo

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Katarina Kataoka Dias
Romariz da Silva Barros

Resumo

A possível identidade entre classe de equivalência e classes funcionais é condizente com a proposta de que todos os elementos arbitrariamente relacionados nas contingências podem participar das classes. O presente trabalho investigou a formação de classes de estímulos por meio do procedimento de reversões de discriminações simples – RRDS - e sua expansão tanto via RRDS quanto por matching-to-sample (MTS). Participaram do estudo duas crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista. Foram realizados os treinos de RRDS (estímulos A, B, C e D); teste de formação de classes funcionais e teste de relações de equivalência; treino de MTS e RRDS com estímulos novos e testes de expansão de classes nos dois procedimentos. Ambos os participantes mostraram evidências da formação e expansão de classes. Esse conjunto de dados sugere que achados documentando classes funcionais e classes de equivalência refletem o mesmo fenômeno comportamental (substituibilidade de elementos arbitrariamente relacionados) via procedimentos diferentes. Palavras-chave: classes de equivalência; classes funcionais; autismo.

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Como Citar
Dias, K., & Barros, R. (2017). Classes funcionais e de equivalência em crianças diagnosticadas com autismo. Revista Brasileira De Terapia Comportamental E Cognitiva, 19(1), 18-30. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v19i1.947
Seção
Pesquisas originais