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Podcast - 09/05/2013 - Imprimir Imprimir

Missão e andamento do programa USP Internacional são os temas do programa

Na edição do “Palavra do Reitor”, veiculado pela Rádio USP, no dia 9 de maio, o assunto foi novamente o programa USP Internacional, contando com a presença de embaixadores e membros dos Núcleos Internacionais que fazem parte desta iniciativa da Universidade.

Nesta semana, estão sendo finalizadas os encontros com os docentes das Unidades de Ensino e Pesquisa, Museus e Institutos Especializados, que tem o objetivo de apresentar o programa e coletar as sugestões do corpo docente da Universidade.

“A opinião dos docentes sempre é muito importante, porque nos ajuda a ampliar horizontes e a ter novas ideias, além de aprimorar o programa USP Internacional. Além disso queremos envolver a comunidade, pois a missão de internacionalização não é apenas dos Órgãos Centrais, mas sim parte da missão da Universidade como um todo. Assim, queremos não apenas divulgar o programa, mas motivar docentes, alunos, funcionários técnico-administrativos a discutirem e participarem do programa”, declarou o reitor João Grandino Rodas.

O apresentador  Milton Parron conversou com alguns dos embaixadores e membros dos Núcleos Internacionais sobre como está o andamento do programa USP Internacional, como eles avaliam os encontros que estão sendo realizados na Universidade, além de comentar sobre suas experiências profissionais, que os gabaritam para exercer os cargos que lhe foram atribuídos.

Programa coletivo e global

O secretário-geral do Programa é o embaixador Renato Prado Guimarães, que era jornalista quando ingressou na carreira diplomática e permaneceu nela durante 45 anos, até se aposentar em 2008. Ele contou curiosidades sobre os locais que esteve em missões internacionais, como Bruxelas, na Bélgica; Japão; Venezuela, país este que em sua opinião é o mais parecido com o Brasil, em suas características, população.

Guimarães também falou da missão que vai desempenhar neste programa inédito da USP. “A minha proposta é ser o coordenador das ações dos núcleos que foram criados com vistas a desenvolver o relacionamento da USP com diferentes espaços do mundo. Eu gostaria de ser um pouco a ponte entres estes grupos. E, mais a ponte entre estes grupos e seu conjunto com a nossa rede de embaixadas e consulados no exterior, e com a nossa Secretaria de Estado das Relações Exteriores em Brasília. Papel que eu já estou procurando desempenhar com vistas a remover alguns obstáculos mais conspícuos e óbvios na tarefa de intensificar a presença internacional da Universidade”, define.

No momento, segundo Guimarães, está sendo feito o contato com as Unidades para informá-las mais sobre o programa, sobre o que está sendo feito e o que se cogita fazer, com vista a tornar um programa coletivo e global de toda a Universidade e não de alguns docentes.

A segunda participação foi a do diretor do Núcleo Internacional da USP com sede em Singapura, Antonio Carlos Hernandes, que também é diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Hernandes explicou o papel que será desempenhado pelos Núcleos dentro da estrutura do programa. “Os Núcleos têm uma missão extremamente importante, que é a capacitação e divulgação de todas as atividades realizadas na Universidade de São Paulo, para ampliar e consolidar a USP no cenário internacional”.

O diretor adiantou que o Núcleo de Singapura começará a funcionar ainda em maio e a desenvolver atividades já neste primeiro semestre. As atividades programadas, por enquanto, é a realização de um primeiro encontro geral com as principais universidades, e um workshop para apresentar a USP e as suas atividades, para depois conseguir definir as estratégicas mais específicas.

Além das participações dos dirigentes, o reitor esclareceu dúvidas sobre o programa USP Internacional, como os critérios para os funcionários técnico-administrativos fazerem parte do programa, a importância da presença de professores visitantes internacionais na USP e também de estudantes estrangeiros.

Comissão da Verdade

A instituição da Comissão da Verdade da USP, criada no último dia 7 de maio, também foi citada e serviu como pano de fundo para a seção “Túnel do Tempo” lembrar de Julinho de Adelaide e seu irmão Leonel Paiva. Ambos são personagens fictícios do cantor Chico Buarque de Hollanda, forma que ele encontrou para burlar a censura que existia na época da ditadura, já que suas composições eram censuradas só pelo fato de terem a sua assinatura na autoria. A seção traz um trecho de uma entrevista feita pelo Jornal Última Hora, em 1972, com Chico Buarque como se fosse Julinho de Adelaide.

Na próxima edição do programa, que será veiculado em 16 de maio, a criação desta Comissão será detalhada.

Ouça, a seguir, a íntegra do programa.

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