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Podcast - 27/06/2013 - Imprimir Imprimir

“Palavra do Reitor” aborda a Política de Permanência e Formação Estudantil da USP

No programa de hoje, dia 27 de junho, o reitor João Grandino Rodas falou sobre a importância da Política de Permanência e Formação Estudantil da USP, composta por dois programas: o Programa de Auxílio ao Estudante e o Programa de Bolsas de Estudo.

O Programa de Auxílio ao Estudante compreende as ações de apoio socioeconômico, que tem por objetivo subsidiar estudantes que não dispõem dos recursos mínimos necessários para permanecer na Universidade. Fazem parte desse programa o auxílio-livro, auxílio-transporte, auxílio-transporte emergencial, auxílio-moradia e auxílio-moradia emergencial – sendo que esses dois últimos tiveram um reajuste de 14,5%, no início do mês de junho.

O Programa de Bolsas de Estudo combina suporte socioeconômico e mérito acadêmico. Em 2013, dentro dessa modalidade, foi ampliado de 3.900 para 5.300 o número de bolsas oferecidas para os alunos que se dedicam a atividades extracurriculares nas áreas de pesquisa, cultura e extensão. A USP também oferece benefícios que são estendidos a todos os estudantes de Graduação, como as mais de 2.600 bolsas alimentação — refeições servidas gratuitamente — e as 2,4 milhões de refeições subsidiadas, no qual o aluno paga, atualmente, o valor de R$ 1,90 por refeição.

“Sabemos que, na USP, nem todos possuem meios para permanecer na Universidade, por isso é importante que esse programa sempre melhore. Nos últimos dez anos, a Política de Permanência e Formação Estudantil da USP têm recebido incremento financeiro substancial. Comparando-se os anos de 2005 e 2013, descontada a inflação, houve aumento de 123% nos recursos destinados a essa política. Só neste ano de 2013, a estimativa de investimentos nessa área é da ordem de R$ 153 milhões. Trata-se de orçamento da própria Universidade. Hoje, a USP é a universidade que mais investe na política de permanência e formação estudantil e a que mais aumentou os investimentos nessa área nos últimos anos, tanto em comparação com as universidades federais como com as outras estaduais”, explicou o reitor.

Outro assunto em destaque no “Palavra do Reitor” foi a Lei Complementar nº 1.202, promulgada pelo governador Geraldo Alckmin nessa segunda-feira, dia 24, e que cria empregos públicos na Universidade, incluindo os de Professor de Educação Infantil e Professor de Ensino Fundamental e Ensino Médio. Segundo o reitor, “essa é uma grande vitória porque demos uma função adequada a esses professores e professoras. Foi um trabalho muito grande, mas que mostrou que é possível a Universidade, por meio de seus órgãos centrais, trabalhar junto com a comunidade para a melhora, inclusive legal, de seu status. Se os dois tivessem ido de forma distinta, certamente, nós não teríamos chegado a esse momento.”

Aproveitando que amanhã, dia 28, um evento reunirá representantes do USP Internacional e membros do corpo diplomático para a apresentação do Programa USP Internacional, o reitor dedicou parte do programa para falar sobre a carreira diplomática e sobre as atribuições de consulados e embaixadas.

Em homenagem ao patrono da diplomacia brasileira e uma das mais importantes figuras da história do Brasil, José Maria da Silva Paranhos Júnior, o “Túnel do Tempo” apresentou um trecho de um discurso proferido por ele aos congressistas, em 1908. Mais conhecido como Barão do Rio Branco, ele ingressou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1862, mas, no último ano, mudou-se para a cidade de Recife, onde concluiu o curso na Faculdade de Direito daquela capital.

“O Barão do Rio Branco, embora filho de monarquista, serviu o Brasil em todas as condições. Durante a República, ele fez com que a diplomacia brasileira se tornasse uma das principais do mundo, ele negociou as fronteiras e evitou problemas com nossos vizinhos. Um brasileiro desse naipe, que estudou na Universidade de São Paulo, mas que não teve ainda uma homenagem condigna ao que mereceria. Não temos nada que lembre o Barão do Rio Branco na USP e isso é um detrimento não pare ele, mas para nós”, lamentou o reitor.

A seguir, ouça a íntegra do programa. Os ouvintes podem enviar suas dúvidas e comentários para o e-mail: radiousp.reitoria@usp.br .

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